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Maria da Penha no 3 a 1

A farmacêutica bioquímica Maria da Penha Maia Fernandes – que empresta

3 a 1

No AR em 18/12/2013 - 22:00

Maria da Penha - foto: Fabio Rodrigues Pozzebom (Agência Brasil)

Ela simboliza a luta das mulheres brasileiras contra agressões cometidas no ambiente familiar. Maria da Penha conta um pouco da sua história, relata a violência e as tentativas de assassinato às quais sobreviveu e a luta para punir seu agressor na Justiça quase duas décadas depois.

Segundo a entrevistada, a efetiva implantação da Lei Maria da Penha, criada há sete anos, ainda depende de políticas públicas e iniciativas do Estado, como a abertura de delegacias da mulher, o funcionamento do juizado especial, a criação de centros de referência e das casas abrigos. “A lei sozinha no papel não funciona”, explica.

Para Maria da Penha, contra a “cultura machista” falta capacitação de policiais e juízes que investigam e julgam os casos de violência doméstica. “Não adianta ter a política pública se quem está trabalhando não for sensível e não for capacitado”, avalia.

O programa também discute os problemas de acessibilidade enfrentados por milhões de brasileiros e conversa com Maria da Penha sobre as dificuldades enfrentadas pelos cadeirantes. Dos 45 milhões de brasileiros com algum tipo de deficiência, mais de 13 milhões têm limitações físicas.

Maria da Penha no estúdio do 3 a 1

O 3 a 1 é apresentado pelo jornalista Florestan Fernandes Júnior e conta com a participação de Débora Vaz, assessora de comunicação do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (CFEMEA); e de Cynara Menezes, repórter da revista Carta Capital.

 




Apresentação: Florestan Fernandes Júnior
Produção: Gilberto Costa, Paulo Barbosa, Flávia Lima
Edição: Cintia Vargas
Direção: Cintia Vargas

 

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