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10 Anos -Bienais

Compositores experientes se alternam com novos autores, em todos os

A Grande Música

No AR em 15/09/2013 - 07:30

A Grande Musica- Bienais

A Grande Música desta semana reapresenta edição sobre a Bienal de Música Brasileira Contemporânea. Em dezoito edições, é a principal mostra do que se produz no Brasil há 36 anos.

O evento começa com Ernst Mahle. Mais do que compositor, seu trabalho como educador musical fez de Piracicaba, no interior de São Paulo, um pólo importante de formação de músicos. Para a 18ª Bienal, realizada pela Funarte, sempre na Sala Cecilia Meireles do Rio de Janeiro, ele escolheu a Abertura Festiva, uma obra orquestral que abre também o programa:

Ernst Mahle - Abertura Festiva; Orquestra Sinfônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, regente Ernani Aguiar.

Compositores experientes que participaram da primeira Bienal se alternam em cada versão com novos autores que se firmam em todos os centros do país. Os concertos de cada ciclo abrigam obras para várias formações e linguagens estéticas. Como, por exemplo, o desafio de equilibrar tuba com violão, ou um duo de clarineta e percussão:

Valério Fiel da Costa - Viagem ao oco das coisas; Marcos Campello, violão; Eliezer Rodrigues, tuba; Claudia Castelo Branco, piano preparado; Ana Leticia Barros, percussão. Neder Nassaro - "Circuito"; Paulo Passos, clarineta; Joaquim Abreu, percussão.

a grande musica- Bienais

As formações camerísticas são sempre instigantes para o compositor. Exigem um domínio de escrita suficiente para explorar a transparência e equilíbrio de poucos timbres, nem sempre fáceis de se combinar. Por outro lado, é mais viável reunir um pequeno conjunto do que ser incluído no repertório de uma grande orquestra:

Rodrigo Lima - Gestuelle; Vinicius Amaral, violino; Diana Lacerda, violoncelo; Marcio Costa, clarineta; Nailson Simões, trompete; Marina Spoladore, piano; Eduardo Tullio, percussão; regente: Roberto Victorio. Felipe Adami - Pontos de Bifurcação (segundo movimento da Sinfonia Sistêmica); Orquestra Sinfônica Nacional; regente: Lutero Rodrigues.

Completando a mostra da última Bienal, Edino Krieger, que foi o criador da Bienal quando dirigia o Instituto Nacional de Música. Compositor, crítico de música com atuação importante na imprensa, ocupou cargos importantes em instituições culturais. Em todos eles estimulou decisivamente a produção musical de concerto no Brasil:

Edino Krieger - Pequeno Concerto para violino e cordas; Daniel Guedes, violino; Orquestra Sinfônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro; regente André Cardoso.

 




Direção geral, apresentação e roteiro: José Schiller

Direção e edição: Gustavo Borjalo

Produção-executiva: Cristina Maluhy

 

Criado em 22/09/2011 - 13:14 e atualizado em 16/09/2013 - 17:21

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