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Grupo circense Tholl conta histórias de seus 30 anos de atividade

Conheça os projetos da trupe gaúcha e seu trabalho social

Antenize

No AR em 20/07/2019 - 21:30

Nesta edição do Antenize vamos conhecer o grupo de teatro circense Tholl, de Pelotas, no Rio Grande do Sul. Karina Cardoso bate um papo com o criador e diretor da companhia, João Bachilli, e com o ator Douglas Paiva (Gaiola). Eles contam um pouco das histórias de mais de 30 anos da trupe, dos novos projetos que estão por vir e do trabalho social que eles desempenham com alunos de escolas públicas da cidade.  

A OPTC - Oficina Permanente de Técnicas Circenses - foi criada, de fato, em junho de 1987 e, de direito, em abril de 2004. “Grupo Tholl” foi escolhido como nome fantasia em 2006, quando a montagem de circo-teatro "Tholl, Imagem e Sonho” já havia ganhado simpatia do público em plateias por cidades do Brasil.

A ideia para criação do grupo foi aliar todo o aprendizado acrobático ao teatro e à dança, compondo um grupo circense - um circo sem lona ou picadeiro - para atuar em teatros e na rua. Várias performances de pequeno porte foram montadas: no início utilizando a acrobacia como foco, depois incluindo o malabarismo, técnicas de clown e pernas-de-pau. Hoje, o Grupo Tholl conta com quatro montagens em cartaz: "Tholl, Imagem e Sonho", "Exotique" e "Cirquin", espetáculos circenses, e "Par ou Ímpar", show musical. Este ano eles estreiam a peça “Casinha de Chocolate”, uma releitura para a história de João e Maria, dos Irmãos Grimm, sobre duas crianças abandonadas que fazem amizade com um coelho.

Karina Cardoso entrevista João Bachilli e Douglas Paiva (Gaiola), do Grupo Tholl
Karina Cardoso entrevista João Bachilli e Douglas Paiva (Gaiola), do Grupo Tholl - Divulgação/TV Brasil

Confira nos quadros dessa edição: 

Garimpando: Guilherme Strozi apresenta um aplicativo que ajuda a combater o feminicídio: o “Penha S”, criado para garantir maior empoderamento para mulheres vítimas de violência física ou psicológica. O app permite o diálogo e a divulgação de denúncias em ambiente seguro e a criação de um grupo de proteção para pedido de ajuda emergencial, uma espécie de botão “socorro”, que conecta quem estiver em perigo com uma rede de mulheres. Nomeado em referência à Lei Maria da Penha, a ferramenta permite que mulheres usem o programa de maneira anônima como forma de estimular seu uso e evitar novas violências. O quadro destaca também o "Museu do Meme", um site criado pela Universidade Federal Fluminense para abarcar um acervo on-line que cataloga e expõe esse conteúdo de forma crítica, tentando interpretar significados, propósitos e consequências dos memes na relação das pessoas. Como o humor é elemento central dessa ferramenta, a interação on-line com o museu é educativa, mas também bastante divertida.

In Loco: Karina Cardoso sai do estúdio e bate um papo com o pessoal do Grupo Pés, em Brasília (DF). Trata-se de um projeto de arte-educação, que pesquisa a criação, provocação e execução do movimento expressivo por pessoas com deficiência, através de técnicas do teatro-dança. Vinculado como projeto de extensão da Universidade de Brasília - UnB, o projeto é aberto para pessoas de qualquer idade, com ou sem deficiências, que queiram adentrar neste universo de prática e pesquisa.

Respiro Cultural: Conheça o trabalho do sanfoneiro e pianista “Sivuquinha de Brasília”. Assim como o mestre Sivuca, ele também é albino e há quase 50 anos se apresenta na capital federal tocando clássicos da cultura popular nordestina, além de canções e obras de acordeonistas gaúchos, italianos e franceses.

Olá Brasil: Conheça o trabalho da jovem artista plástica de Goiânia (GO) Ana Iguana. Seus quadros coloca os seres humanos sempre ligados à terra. A artista usa diversas técnicas, fazendo do hibridismo da natureza um pouco de sua inspiração nas telas. 

Streamando: Videoclipe “Gira”, de Larissa Luz (Salvador-BA).

Criado em 17/07/2019 - 10:55

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