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Fotojornalismo, o risco da profissão

Os perigos e os desafios do repórter fotográfico em busca do registro

Caçadores da Alma

No AR em 29/03/2017 - 03:30

Evandro Teixeira relata os desafios da atuação profissional do repórter fotográficoO fotojornalismo brasileiro sempre teve uma atuação de destaque nas situações em que a censura impedia a livre circulação de informações. Pela imprensa e pelas revistas, os fotojornalistas desafiaram o perigo na busca da notícia.

E é sobre o risco desta profissão que o Caçadores da Alma debate esta semana, ao ouvir depoimentos daqueles que viveram não só os momentos difíceis das épocas de chumbo no Brasil mas também as agruras nos tempos de democracia.

“O repórter fotográfico, principalmente na política, é uma espécie de dublê de testemunha e personagem intruso. Ele incomoda. Tanto é que quando temos que fotografar um evento politico, existe limitação de espaço e de tempo. Nós somos uma espécie de mal necessário: os políticos sabem que nós temos que estar ali para fotografar, para registrar a história, mas não somos bem-vindos na cena”, avalia André Dusek, num episódio que ainda traz Alberto Jacob, Wilson Pedrosa, Evandro Teixeira e Daniel Kfouri, entre outros, relembrando histórias e dando seu testemunho.
 




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