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Fronteiras da fotografia

Os caçadores revelam a essência singular das obras que ultrapassam

Caçadores da Alma

No AR em 27/07/2016 - 06:30

Christian CravoAs fronteiras da fotografia possuem diversas naturezas. Elas são múltiplas, atualizam-se, desafiam a caça do fotógrafo, provocam os limites e as contradições da beleza e da dor, duvidam da força do instante, questionam a unicidade do tempo,  confundem-se com as barreiras do esporte, abarcam a imutabilidade do nu e a poesia indomável da sedução.

Fronteiras que encerram ou que libertam a imagem? Este é o tema do episódio desta semana do Caçadores da Alma, num convite para que o telespectador tente ultrapassá-las.

“Toda fotografia, essencialmente, é documental, mesmo que ela não tenha sido feita com a proposta de um registro de longa data, um registro pro futuro. Ela acaba sendo uma referência física, cultural, intelectual de tudo que a gente vive. Pra mim, a foto sela no momento do clique, quando você aperta o obturador da máquina e naquele momento só aquilo existe. Só aquilo aconteceu e jamais vai se repetir”, declara o fotógrafo Christian Cravo, no penúltimo episódio da série.




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