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Quando muito é pouco: a avareza

O historiador José Alves Freitas Neto traça um panorama das diferentes

Café Filosófico

No AR em 27/09/2015 - 00:30


“A avareza é um tirano bem cruel; manda ajuntar e proíbe o uso daquilo que se junta; visita o desejo e interdiz o gozo.” Será que este pensamento do filósofo da antiguidade Plutarco ainda reflete a forma como encaramos a avareza? Na tradição judaico-cristã, a avareza foi considerada um dos sete pecados capitais por sua desconfiança em relação à vontade divina, além de ser contrária à prática da caridade.

O historiador José Alves Freitas Neto discute o fenômeno da avareza e percorre os fundamentos da cultura ocidental a partir de questões da atualidade. Observa a avareza como pecado na tradição bíblica, o olhar da filosofia grega e a questão da justa medida como ideal ético. A partir de referências literárias e culturais, o historiador expõe as ambiguidades entre o desejo do consumo e a lógica da avareza na sociedade capitalista, perguntando-se como o ideal e a imagem da avareza transformam-se historicamente.

 




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