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Animação brasileira: 10 anos que valem um século

Saiba o que mudou na produção nacional desde a primeira exibição

Caminhos da Reportagem

No AR em 21/12/2017 - 22:00

Desde a primeira exibição de uma animação nacional, há cem anos, muita coisa mudou. O Caminhos da Reportagem foi ao estúdio de sucessos, como o “Show da Luna”, “Galinha Pintadinha” e “Irmão do Jorel”, e conversou com criadores. Todos concordam que a animação brasileira vive “a época de ouro”.

“O Show da Luna” apresenta uma protagonista feminina apaixonada por ciência
“O Show da Luna” apresenta uma protagonista feminina apaixonada por ciência - Divulgação

“Quando eu falava que era animador, todo mundo perguntava se eu fazia festa infantil”, lembra o criador César Coelho sobre o início da carreira, em 1985. Mais de trinta anos se passaram e hoje o animador pode ser formado em oficinas, faculdade de animação, produtoras de séries, curtas e longas para cinema.

Cesar Coelho, um dos criadores do Anima Mundi: “A animação brasileira nunca teve um momento tão bom quanto o atual.”
Cesar Coelho, um dos criadores do Anima Mundi: “A animação brasileira nunca teve um momento tão bom quanto o atual.” - Divulgação

A animação brasileira chegou a ter indicação no Oscar com o “O menino e o mundo”, em 2016. O país não exporta mais apenas a mão de obra, agora os nossos produtos estão no exterior. Nesta edição, as animadoras contam como derrubaram tabus e estereótipos, nos estúdios e nos desenhos animados, e relatam que quem está no mercado há mais de trinta anos hoje se surpreende com anúncios de vagas para trabalhos com animação na internet e jornais.

"Dez anos que valem um século" resume bem o atual momento da animação brasileira. 

A animadora Rosaria, quando criança, assistia aos filmes em câmera lenta para tentar entender como funcionava a animação
A animadora Rosaria, quando criança, assistia aos filmes em câmera lenta para tentar entender como funcionava a animação, por Divulgação

Ficha Técnica
Reportagem: Luana Ibelli
Produção: Aline Beckstein, Paula Abritta, Thaís Rosa e Henrique Cruz (estagiário)
Imagens: Eduardo Viné e João Marcos Barboza
Auxílio técnico: Caio Araújo e Leandro de Oliveira
Apoio BSB: Mariana Fabre, Michelle Canes, André Rodrigo Pacheco, Jorge Brum, Edivan Viana e Rafael Calado
Apoio RJ: Alessandra Lago, João Victal e Antonio Santos 
Videografismo: Lucas Souza Pinto
Edição de imagens: Maikon Matuyama e Rodger Kenzo
Finalização: Rodger Kenzo
Roteiro e direção: Bianca Vasconcellos

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