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Como o aproveitamento do açaí transformou o interior do Pará

Do fruto se aproveita tudo: caroço vira artesanato e o caule, palmito

Na noite de quinta (22) para sexta, à meia-noite, o terceiro episódio de Amazônia Legal leva o engenheiro agrônomo Ramom Morato até Igarapé-Miri, no Pará. Na região, que hoje se beneficia com a popularização do açaí no país, as casas de madeira típicas do “beiradão” deram lugar às de alvenaria, bem construídas e equipadas, sinal de progresso no campo.

Não foi apenas na área de várzea que a cultura do açaí provocou transformações. Em terra firme, o aposentado Sr. Luís, de 68 anos, viu no cultivo do açaí a chance de não mais financiar a retirada da madeira ilegal, com a qual trabalhava.

A fama de um produto natural e saudável valorizou o pequeno fruto. No passado, a rasa de 28 quilos do açaí custava 50 centavos. Hoje, este é o valor que um carregador cobra para carregar cada rasa, que vale de 50 a 60 reais. Do fruto se aproveita tudo: o caroço vira matéria-prima para o artesanato e o caule da palmeira vira palmito.

Toda quinta-feira, o engenheiro agrônomo Ramom Morato percorre mais de 21 mil quilômetros no território da Amazônia Legal em busca de arranjos produtivos que dão certo e apontam caminhos para o desenvolvimento sustentável da região.

Com direção de Welder Alves, a série analisa como a iniciativa privada pode investir em pesquisa, inovação e apoio técnico para fortalecer as cadeias da sociobiodiversidade na Amazônia. Em 13 episódios de 26 minutos, personagens, especialistas, pesquisadores, economistas e cientistas colaboram para o entendimento dos arranjos e seus impactos nos cenários visitados.

Serviço:
Amazônia Legal
Inédito
Quinta-feira, 22 de agosto, à meia-noite, na TV Brasil.

Da Gerência de Comunicação Institucional
Empresa Brasil de Comunicação - EBC
Contato: (21) 2117-6471 / (21) 2117-6239

Criado em 21/08/2019 - 12:30 e atualizado em 21/08/2019 - 12:30

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