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    Victor Meirelles: vida e obra

    Hoje √†s 20h na TV Brasil o De L√° Pra C√° resgata na Hist√≥ria, a vida e a obra de Victor Meirelles. Nascido em Nossa Senhora do Desterro, atual Florian√≥polis, no dia 18 de agosto de 1832, Victor Meirelles come√ßou cedo sua trajet√≥ria art√≠stica, desenhando paisagens da cidade onde nasceu. No ano de 1847, mudou para o Rio de Janeiro e se matriculou na Academia Imperial de Belas Artes, onde em 1849, iniciou o curso de pintura hist√≥rica.¬† Aos vinte anos de idade, Victor Meirelles ganhou o Pr√™mio Especial de Viagem √† Europa, da Academia Imperial de Belas Artes. Nos anos em que viveu na Europa, pintou um dos quadros mais importantes ‚ÄúA Primeira Missa no Brasil‚ÄĚ de 1860 que ficou exposta no Sal√£o de Paris. A obra comp√Ķe atualmente o acervo do Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro. √Č importante destacar a popularidade da tela ‚ÄúA Primeira Missa no Brasil‚ÄĚ. Livros, selos, estampas e notas de dinheiro reproduziram a tela. Considerado um dos nomes mais importantes do Romantismo brasileiro, Victor Meirelles consegue afirmar no campos pict√≥rico, o registro das cidades, da sociedade e das guerras ocorridas no Brasil. Participam da conversa a muse√≥loga e diretora do Museu Nacional de Belas Artes¬†Monica Xexeo, o cr√≠tico e historiador de arte¬†Carlos Roberto Maciel Levy¬†e o professor e cr√≠tico de arte Geraldo Edson de Andrade e a professora da Escola de Belas Artes da UFRJ S√īnia Gomes.

     

    "Parece-nos n√£o haver d√ļvida alguma de que Victor Meirelles usou ent√£o a arte como auxiliar de educa√ß√£o, procurando chamar, atrair √† sua exposi√ß√£o, os escolares, para que esses a√≠ recebessem conhecimentos novos. (...) consideramos 'Victor Meirelles o precursor da utiliza√ß√£o da arte como fator educativo entre n√≥s', isto √©, aquele que, dentre nossos patr√≠cios, primeiro teve a id√©ia de empregar a arte como meio de divulga√ß√£o e de complemento da educa√ß√£o".

    Elza Ramos Peixoto

    ROSA, Angelo de Proença; MELLO JÚNIOR, Donato; PEIXOTO, Elza Ramos; SOUZA, Sara Regina Silveira de. Victor Meirelles de Lima: 1832-1903. Rio de Janeiro, Pinakotheke, 1982.

     

    Rua Jo√£o Pinto, antiga rua Augusta em Desterro, 1851. Acervo Museu Nacional de Belas Artes.

     

    Imagens extraídas do livro "Victor Meirelles: Novas Leituras"  publicado pela Studio Nobel

     

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    Betinho no De L√° Pra C√°

    Neste De L√° Pra C√° vamos falar sobre a trajet√≥ria de Betinho e lembrar os 15 anos de sua morte. Nascido em Bocai√ļva, Minas Gerais, no dia 3 de novembro de 1935, Herbert Jos√© de Souza se formou em Sociologia em 1962, compondo a Juventude Estudantil Cat√≥lica. A hist√≥ria de Betinho √© sin√īnimo de cidadania e solidariedade, projetos como o A√ß√£o da Cidadania, a A√ß√£o Popular, o Natal Sem Fome e a luta pela Reforma Agr√°ria s√£o exemplos do ativismo humanista. Com o golpe militar, em 1964, Betinho lutou contra a ditadura. Com o aumento da repress√£o em 1971, foi obrigado a se exilar no Chile, retornando ao Brasil somente em 1979. Dois anos depois, fundou o IBASE, Instituto Brasileiro de An√°lises Sociais e Econ√īmicas. Em 1986, com a sa√ļde debilitada por causa da hemofilia, Betinho descobriu que tinha contra√≠do o v√≠rus da AIDS, em uma das transfus√Ķes de sangue que era submetido a fazer. Com a descoberta da doen√ßa, Betinho ajudou a fundar a Associa√ß√£o Brasileira Interdisciplinar de AIDS.¬† No dia 09 de agosto de 1997, aos 61 anos de idade, Betinho morreu v√≠tima de AIDS, sua trajet√≥ria social √© reconhecida at√© hoje.

    Que sonha com a volta
    Do irm√£o do Henfil.
    Com tanta gente que partiu
    Num rabo de foguete
    Chora!
    A nossa P√°tria
    M√£e gentil
    Choram Marias
    E Clarisses
    No solo do Brasil...

    (Trecho da m√ļsica "O B√™bado e a Equilibrista)

     

     

                           

     

                                  

    Foto extra√≠da do livro "O Brasil de Betinho" lan√ßado pelo Instituto Brasileiro de An√°lises Sociais e Econ√īmicas (Ibase)

     
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    Oswaldo Cruz

    ¬†Hoje √†s 20h na TV Brasil, o De L√° Pra C√° vai falar sobre os 140 anos de nascimento de Oswaldo Cruz. Ao lado de Carlos Chagas, Oswaldo Cruz √© considerado um dos mais importantes m√©dicos sanitaristas. Durante o s√©culo XIX, cidades como o Rio de Janeiro eram ocupadas pelos corti√ßos, as condi√ß√Ķes de vida e a infraestrutura nas metr√≥poles eram insalubres, focos de doen√ßas como a var√≠ola, a peste bulb√īnica e febre amarela. Oswaldo Cruz¬† foi muito criticado por causa das campanhas sanit√°rias que liderou. Enfrentou ataques violentos da imprensa e foi at√© amea√ßado de morte. A lei de vacina√ß√£o obrigat√≥ria contra a var√≠ola que ele prop√īs, provocou uma rea√ß√£o extremamente violenta no Rio, em 1904. Foi a chamada Revolta da Vacina, uma rebeli√£o que quase terminou com um golpe para derrubar o Presidente Rodrigues Alves. Mas os fatos acabaram dando raz√£o ao m√©dico sanitarista. E gra√ßas √† sua obstina√ß√£o, a vacina√ß√£o se tornou pr√°tica corriqueira no Brasil e a preocupa√ß√£o com a sa√ļde p√ļblica se implantou em definitivo. Participam da conversa, a autora do livro ‚ÄúCidade Rebelde‚ÄĚ, Jane Santucci, o professor em√©rito da Fiocruz Luiz Fernando Ferreira, o ge√≥grafo Jo√£o Batista Ferreira de Mello e a diretora da COC/Fiocruz e autora do livro Oswaldo Cruz a constru√ß√£o de um mito na ci√™ncia brasileira, Nara Azevedo.

    ‚ÄúA vacina√ß√£o gratuita est√° a√≠ ao alcance de todos, pobres e ricos. Mas o que n√£o est√°, infelizmente, ao alcance da intelig√™ncia de todos √© a compreens√£o de que comete um verdadeiro crime o pai que, por des√≠dia ou pirra√ßa, deixa de submeter seu filho √† imuniza√ß√£o‚ÄĚ
    Gazeta de Notícias, agosto de 1903.
     

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    L√ļcio Cardoso no De L√° Pra C√°

    Hoje √†s 20h na TV Brasil, o De L√° Pra C√° comemora os 100 anos de nascimento de L√ļcio Cardoso. Nascido em Curvelo, Minas Gerais no dia 12 de agosto de 1912, L√ļcio Cardoso veio de uma fam√≠lia tradicional, ligada ao conservadorismo. Sua carreira liter√°ria come√ßou com a publica√ß√£o dos romances "Maleita" de 1934 e "Salgueiro" de 1935. A partir da d√©cada de 1940, L√ļcio Cardoso emprega na literatura o conflito entre o bem e o mal, as vontades do homem em uma sociedade castradora e moralista. Em seu Di√°rio, L√ļcio Cardoso deixa um relato sobre suas d√ļvidas em rela√ß√£o √† sociedade e as suas orienta√ß√Ķes pessoais. Com mais de dez livros e novelas, ‚ÄúCr√īnica da Casa Assasinada‚ÄĚ de 1959 √© a obra de mais sucesso traduzida para o franc√™s, o ingl√™s e o italiano. Poeta, escritor, desenhista, dramaturgo, roteirista e jornalista, L√ļcio Cardoso marcou a literatura dos anos 1930, integrando os aspectos psicol√≥gicos dos homens. Participam da conversa, o cineasta ‚ÄúBigode‚ÄĚ Luiz Carlos Lacerda, a jornalista e autora do livro ‚ÄúContos da Ilha e do Continente‚ÄĚ Val√©ria Lamego, o autor do livro ‚ÄúDi√°rios‚ÄĚ √Čsio Macedo Ribeiro e a professora e autora da tese de doutorado ‚ÄúL√ļcio Cardoso e a experi√™ncia-limite com o corpo e a escrita‚ÄĚ Beatriz Damasceno.

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    Tupi or Not Tupi no De L√° Pra C√°

    Hoje √†s 20h na TV Brasil, o De L√° Pra C√° vai falar sobre a Semana de Arte Moderna de 1922. Tradicionalismo, burguesia, a cultura europeia, o academicismo todos esses fatores estavam enraizados na identidade nacional, desde o in√≠cio do per√≠odo Brasil col√īnia, em que a cultura portuguesa se imp√īs. Passadas as d√©cadas, os movimentos liter√°rios como o Romantismo, o Parnasianismo e o Simbolismo tinham tra√ßos cada vez mais europeus.¬† As discuss√Ķes em torno da necessidade de renova√ß√£o das artes surgiu por volta da d√©cada de 1910, em textos de revistas e em exposi√ß√Ķes, como a de Anita Malfatti em 1917. Em 1921 j√° existia, por parte dos intelectuais a inten√ß√£o de transformar as comemora√ß√Ķes do centen√°rio em momento de emancipa√ß√£o art√≠stica. Entre os dias 13 e 18 de fevereiro de 1922, cerca de 100 obras ficaram expostas no Theatro Municipal de S√£o Paulo. Embora muitos intelectuais tenham criticado o movimento, os trabalhos de Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Vicente do Rego Monteiro, Zina Aita e Yan de Almeida Prado trouxeram as cores, as formas brasileiras. A arquitetura era representada por Ant√īnio Garcia Moya e Georg Przyrembel. E entre os escritores e poetas: Gra√ßa Aranha, M√°rio de Andrade, Oswald de Andrade, Renato de Almeida, Ronald de Carvalho e Manuel Bandeira. Participam da conversa, a soci√≥loga Maria Alice Rezende, o poeta Ferreira Gullar e os professores Eduardo Jardim e Frederico Coelho. N√£o perca!

    Foto do bilhete da Semana de Arte Moderna de 1922

     Valorização da brasilidade: proposta principal dos intelectuais
     

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    Paulo Freire no De L√° Pra C√°

    Hoje √†s 20h na @TV Brasil, o De L√° Pra C√° traz √†s telas a trajet√≥ria de Paulo Freire, quinze anos sem o patrono da educa√ß√£o brasileira. Nascido em Recife, Pernambuco,¬†no dia 19 de setembro de 1921, Paulo Freire construiu um importante m√©todo educacional, em que as palavras eram ensinadas aos jovens e adultos de acordo com o seu sistema cultural, voltado para a realidade do cidad√£o, criando um pensamento cr√≠tico e de conscientiza√ß√£o. Sem padronizar a pedagogia, Paulo Freire se tornou inspira√ß√£o para gera√ß√Ķes de professores, pedagogos e fil√≥sofos,¬†especialmente na Am√©rica Latina e na √Āfrica, onde durante o ex√≠lio nos anos 1970 auxiliou na alfabetiza√ß√£o de crian√ßas e adultos. Durante a sua vida, Paulo Freire escreveu mais de 40 obras, dentre as quais, "A Pedagogia do Oprimido" √© a mais importante, traduzida para mais de vinte idiomas. Participam da conversa, o senador Cristovam Buarque, a professora da Faculdade de Educa√ß√£o da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Tania Carvalho Netto, o comunicador Claudius Ceccon e o ex-ministro da Cultura, Francisco Weffort.

    Acervo Paulo Freire

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    Adhemar Ferreira no De L√° Pra C√°

    Hoje às 20h o De Lá Pra Cá vai comemorar os 60 anos da medalha olímpica no salto triplo nas Olimpíadas de Helsinque em 1952 conquistada por Adhemar Ferreira da Silva. Nascido em São Paulo, no dia 29 de setembro de 1927, Adhema

    r Ferreira da Silva descobriu o atletismo aos dezenove anos e um ano depois, j√° detinha o recorde brasileiro e o sul-americano em salto triplo. Come√ßou a competir em clubes como o S√£o Paulo e o Vasco da Gama. Durante a trajet√≥ria, Adhemar foi bicampe√£o ol√≠mpico e tricampe√£o dos Jogos Pan-Americanos. Al√©m do atletismo, Adhemar Ferreira produziu uma coluna di√°ria para o jornal √öltima Hora, atuando como comentarista esportivo em an√°lises de desempenho dos atletas em competi√ß√Ķes oficiais. Dentre os pap√©is mais importantes, foi educador para crian√ßas e adolescentes, estimulando a pr√°tica do esporte e os estudos aos jovens brasileiros. Participam da conversa, a bi√≥grafa Tania Mara Siviero, o radialista e neto Diego Menasse, o jornalista e atleta Robson Caetano e o velejador Torben Grael.

    ‚ÄúAcho que todo garoto deve praticar um esporte, n√£o importa qual. O importante √© estar com as horas ociosas ocupadas. Se vai ser um campe√£o ou n√£o, tamb√©m n√£o √© importante. Importante, sim, √© que seja esportista para seu deleite pessoal...‚ÄĚ
     
     
    Foto do livro "Herói por Nós - Adhemar Ferreira da Silva, o ouro negro brasileiro"
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    O abstracionismo de Antonio Bandeira no De L√° Pra C√°

    O De Lá Pra Cá está com um novo horário. Nesta quinta-feira (01) às 20h, vamos falar sobre a vida e a obra de Antonio Bandeira. Nascido em Fortaleza, no Ceará, no dia 26 de maio de 1922, Antonio Bandeira começou a pintar como autodidata, participando do nascimento dos movimentos artísticos no Ceará. Considerado, um abstracionista lírico, a pintura de Bandeira tem diversas referências, principalmente de quando morou em Paris, na França no final dos anos 1940. A partir do contato com as vanguardas históricas, Bandeira aproxima o seu trabalho do cubismo e do fauvismo. Na Europa, funda o grupo Banbryols ao lado dos artistas Wols e Camille Bryen, em que colabora para uma pintura mais abstrata e aberta, ligadas ao surrealismo. Podemos ver diversas matrizes pictóricas na produção de Antonio Bandeira: o expressionismo abstrato de Jackson Pollock e Paul Klee, o surrealismo de Miró, até chegar na pintura fluida de Kandinsky, pela qual a pincelada negra não prende as cores, mas as libertam, tornando-as cada vez mais pulsantes. Participamda conversa, os críticos e historiadores de arte Carlos Roberto Maciel Levy e João Spinelli, o diretor da Pinakotheke Cultural, Max Perlingeiro, e a designer Nathalia Sá Cavalcante.

     “Pintando espalharei pelo mundo
    toda minh'alma observadora
    mostrarei aos povos as minhas l√°grimas
    e tamb√©m as dos que sofrem...‚ÄĚ

     Trecho de Poema Artístico por Antonio Bandeira.

     

     


     

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    Domingos da Guia, o Divino Mestre

    ‚ÄúNasci assim. As for√ßas maiores determinaram que haveria de ser um jogador de categoria. Mod√©stia √† parte, realmente fui (...) Aos oito anos, j√° tinha certa intimidade com o caro√ßo, driblava e passava muito bem. Fui um predestinado‚ÄĚ
    Domingos da Guia para o Jornal dos Sports, 06/01/1980

    ¬† Neste domingo (21) √†s 18h na TV Brasil, o De L√° Pra C√° comemora o centen√°rio de vida do jogador de futebol Domingos da Guia, o Divino Mestre. Nascido no Rio de Janeiro em novembro de 1912, Domingos da Guia foi um dos maiores zagueiros que o futebol nacional j√° teve. Jogador de t√©cnica e habilidade, Domingos passou por diversos clubes como o Flamengo, o Vasco da Gama, Corinthians e o Nacional de Montevid√©u, al√©m do Boca Juniors e o Bangu, time pelo qual foi revelado e encerrou a sua carreira. No final dos anos 1930, j√° era famoso em toda a Am√©rica do Sul, j√° que tinha passado por times do Uruguai, da Argentina e da pr√≥pria Sele√ß√£o Brasileira, entretanto o reconhecimento mundial veio com a disputa na Copa do Mundo na Fran√ßa em 1938, quando foi eleito o melhor zagueiro dos jogos. Os dribles, sua marca registrada ficaram conhecidos como ‚ÄúDomingadas‚ÄĚ. Com jeito incontrol√°vel, aos 21 anos j√° era considerado pelo torcedores uruguaios, o Divino Mestre. Participam da conversa, os jornalistas Marcos de Castro e Sergio Cabral, o jogador master do Palmeiras e filho de Domingos, Ademir da Guia, e o atleta do Bangu Jos√© Carlos Tames Moura.
     

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    Dinah Silveira de Queiroz no De L√° Pra C√°

    Neste domingo (14) √†s 18h na TV Brasil, o De L√° Pra C√° resgata na hist√≥ria da Literatura Brasileira, a vida e a obra de Dinah Silveira de Queiroz. Nascida em S√£o Paulo,¬†no dia 9 de novembro de 1911, Dinah foi a segunda mulher a ocupar uma cadeira na Academia Brasileira de Letras. Eleita no dia 10 de julho de 1980, ocupou a cadeira n√ļmero 7, que tem Castro Alves como patrono. Sua produ√ß√£o liter√°ria agrega diversas identidades. No romance ‚ÄúFloradas na Serra‚ÄĚ de 1939, a escritora faz uma an√°lise psicol√≥gica, em ‚ÄúA Muralha‚ÄĚ romance publicado em 1954 √© uma homenagem aos quatrocentos anos da funda√ß√£o de S√£o Paulo. Em 1956, fez uma incurs√£o no teatro com a pe√ßa b√≠blica ‚ÄúO Oitavo Dia‚ÄĚ. Nos anos 1960, publicou diversos contos ‚ÄúEles herdar√£o a terra‚ÄĚ e ‚ÄúComba Malina‚ÄĚ que manifestavam o interesse de Dinah Silveira no campo da fic√ß√£o cient√≠fica. Em ambos, prevalece a narrativa dentro do realismo fant√°stico. A rela√ß√£o da literatura com a hist√≥ria brasileira continua em ‚ÄúOs Invasores‚ÄĚ, escrita em comemora√ß√£o aos quatrocentos anos da funda√ß√£o da Cidade do Rio de Janeiro e a publica√ß√£o da biografia da Princesa Isabel, A Princesa dos Escravos. √Č interessante notar que a obra de Dinah, justamente por se relacionar com a hist√≥ria brasileira ganha um car√°ter atemporal. Traduzida para diversas l√≠nguas e adaptada para as r√°dios nos anos 1960 e para a televis√£o, a sua produ√ß√£o liter√°ria √© extremamente vital. Participam da conversa, os acad√™micosIvan JunqueiraeAlexei Bueno, a professora de Literatura Comparada da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Teresa Cristina Meirelles e a autora da tese ‚ÄúA diversidade de Dinah Silveira de Queiroz‚ÄĚ, Cl√°udia Thom√©. N√£o perca!

     

     

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