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Justiça

Diferenças e semelhanças entre a justiça mundana e a justiça divina

Entre o Céu e a Terra

No AR em 23/06/2017 - 22:00

Historicamente, a justiça sempre foi encarada como uma maneira de manter a igualdade entre os homens e mulheres para o estabelecimento da harmonia social. Para o filósofo iluminista Jean-Jacques Rousseau, o Estado deve impor uma justiça igualitária de maneira absoluta para compensar as desigualdades, de modo a preservar os direitos de todos equitativamente. No entanto, as religiões costumam ter códigos que diferem dos códigos do Estado.

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No judaísmo existe a Torá; no islamismo, o Corão; a Bíblia para o cristianismo; os Vedas para o hinduísmo. São inúmeras as escrituras sagradas e regras orais organizadas pelas religiões. Todas elas possuem um código moral de como devemos agir e quais seriam as punições adequadas aos erros.

Fato é que seremos julgados. Pelos homens e mulheres ou pelos Deuses. Alguns temem um julgamento final, no qual os atos que cometemos em vida serão avaliados. Outras religiões acreditam que experimentaremos os frutos de nossas ações na vida presente, as orientais e os espíritas acreditam em outras encarnações de aprendizados. 

No entanto, talvez um dos aspectos de maior destaque nas religiões seja a reflexão de que, se tudo é uma manifestação divina, não devemos recusar nada, nem mesmo o mal. Portanto, caberia a todos nós amar nosso inimigos e mesmo perdoar os piores criminosos.

Alberto procura a Justiça para resolver a questão da guarda da sua filha Alice
Alberto procura a Justiça para resolver a questão da guarda de sua filha Alice, por Divulgação/Entre o Céu e a Terra

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