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Luís Bernardo investiga as fazendas de São Tomé

Ele fica surpreso com as roupas das camas que estão bem lavadas

Equador

No AR em 11/10/2012 - 02:30

Equador: Luís Bernardo investiga as fazendas de São Tomé

Luís Bernardo visita a Roça de Porto Alegre acompanhado por Feliciano Alves, que explica que os trabalhadores trabalham de sol a sol. Luís Bernardo quer visitar todas as áreas da Roça e, ao visitar a enfermaria, fica surpreso com as roupas das camas tão bem lavadas. O governador diz a Feliciano Alves que tudo aquilo parece uma encenação, deixando-o irritado.


Germano Valente, Juiz Anselmo e Agostinho comentam o afinco do governador em visitar as fazendas.


Thomas informa Aristides que está de saída. Assim que o patrão vira as costas, Aristides começa a ler o diário que estava dentro da caixa e pergunta a Jerônimo o que significa flora.


Na igreja, as beatas fazem uma doação de roupas para os negros. Adélia entrega a roupa aos negros e, quando vê os músculos deles, começa a se abanar com o leque.


Maltez vai à cozinha e diz a Edite para ir ver se Francisca precisa de alguma coisa, ficando a sós com Masara. A escrava estremece e Maltez a agarra. Alípio chama-o e lhe entrega uma carta de Zé Maria. Maltez informa Francisca que Zé Maria está chegando.


Thomas vai à Roça Novo Brasil e entra na casa abandonada.


Luís Bernardo pede a Feliciano Alves para lhe mostrar o que está dentro do saco que estão dando aos negros. O governador fica desolado ao ver a pouca comida para a família inteira dos trabalhadores.


Luís Bernardo chega ao Palácio e Agostinho pede sua atenção para tratar de alguns assuntos. O governador o interrompe e diz que precisa de um banho e manda Doroteia prepará-lo. Mais tarde, Agostinho dá ao governador uma carta de João Forjaz, que promete visitá-lo.


Em Lisboa, Matilde diz a João Forjaz que desejava muito acompanhá-lo a São Tomé, mas que quinze dias no mar seriam um inferno. Ela continua achando que está grávida.


Luís Bernardo diz a Agostinho que vai visitar a Roça do Rio do Ouro e que teme que não seja uma visita agradável, por causa da arrogância de Maltez.


Luís Bernardo fica furioso por ser Germano Valente a recebê-lo na Roça e não Maltez, que diz ter assuntos mais importantes a tratar na cidade.


Aristides lê o diário do Visconde de Malanza. Thomas entra na cervejaria e berra com ele, por deixar os clientes com sede. Aristides fica atrapalhado e pergunta ao patrão se foi o Visconde, dono da Roça Novo Brasil? Thomas gela, mas se mostra desinteressado.


Francisca diz a Luís Bernardo que os seus aposentos estão prontos. O governador agradece mas, como não teve oportunidade de encontrar Maltez, diz que vai voltar para a cidade, pois também tem assuntos para tratar.


No caminho para o palácio, o governador é acompanhado por Saturnino e por Josué. Começa a chover torrencialmente e Luís Bernardo improvisa um abrigo, dizendo aos negros para se protegerem da chuva, eles não acreditam no que ouvem. Luís Bernardo pergunta se eles têm contratos de trabalho, eles dizem não saber de nada. O governador vê uma cicatriz enorme nas costas de Josué.


Thomas serve Doutor Gil e João Patrício, que comentam a visita do governador à Roça Nova Esperança, dizendo que ele não dormiu na casa de Maltez, mas que talvez durma em casa de Maria Augusta. Thomas fica triste e bebe aguardente.


Luís Bernardo diz a Germano Valente que não viu contratos de trabalho dos negros. Mas ele, de imediato, diz ter cópias, mas quando o governador pede, Germano diz que não vai entregá-las.


Luís Bernardo entrega uma carta a Agostinho, dizendo-lhe que deve enviar para o ministro Ayres d Ornellas. Agostinho lê a carta, que relata tudo o que o governador viu e a reação do curador-geral, e mostra a Germano Valente.


Enquanto isso, faltam dois dias para a chegada de David e Ann a São Tomé.






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