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    Rodada 29: O nó tático de Caio Júnior

    Por William Antunes

    Momentos antes da partida contra o Corinthians, 9 entre 10 torcedores do Botafogo estavam inseguros quanto a escalação de Felipe Menezes no meio, deixando o atacante Herrera no banco de reservas. E não é que o plano de Caio Júnior deu certo?! O treinador alvinegro escalou Elkeson na ponta direita, Maicosuel na esquerda e Loco Abreu como a referência no ataque. Este foi o nó tático que Caio Júnior deu em Tite, técnico do Corinthians. Os dois laterais do time paulista, Alessandro na direita e Fábio Santos na esquerda foram anulados ofensivamente pelos dois pontas do Botafogo. O Resultado? Primeiro tempo foi dominado pelo clube carioca que fez 2 a 0 e poderia até ter vencido por mais, se não fosse o assistente do árbitro que anulou um gol legítimo. Vitória do Botafogo, vitória de Caio Júnior.

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    Quatro rodadas

    Por Sérgio Du Bocage

    Há quatro rodadas o Flamengo só faz perder. Há quatro rodadas, o Fluminense só faz ganhar. Há quatro rodadas o Flamengo era o segundo colocado, com 36 pontos. Há quatro rodadas o Fluminense era o 11º colocado, com 25 pontos. Há quatro rodadas o Corinthians liderava, com 37, e São Paulo, Vasco, Botafogo e Palmeiras estavam também na briga. Mas isso tem quatro rodadas. Ou, acontecia em 28 de agosto passado.

    Apenas 16 dias depois, a dupla Fla-Flu trocou não só de posição, como de situação. O Tricolor superou o Rubro-Negro e, com apenas um ponto à frente, canta aos quatro ventos que "o campeão voltou". E o Rubro-Negro, ao contrário, vive uma crise, sem saber qual será seu futuro. E essa diferença é por conta de um ponto. Ou quatro rodadas.

    O fato é que, após as quatro últimas rodadas, o que não mudou foi a liderança do Corinthians. Vasco, Botafogo e São Paulo estão lá brigando, agora com o Palmeiras mais distante, sendo, inclusive, superado pelo?Internacional. (Apenas como informação, o Atlético-MG era o penúltimo colocado e, agora, já até conseguiu sair da zona do rebaixamento).

    Escrevo tudo isso para mostrar que, em quatro rodadas, muita coisa pode acontecer, como também quase nada pode mudar. Se por um lado o Flamengo diz que dá para se recuperar, pois ainda faltam 15 jogos, por outro é bom perceber que se não houver resultados surpreendentes, estacionar na posição, ou no máximo conseguir se aproximar um ou dois pontos da liderança, é possível de acontecer. Portanto, rubro-negros, preocupem-se.

    Creio que a esperança do Flamengo está depositada em possíveis maus momentos que os adversários virão a passar. Se ele, Flamengo, passou, por que não os outros no futuro? É verdade, ainda mais se lembrarmos dos últimos Brasileiros, onde tropeços na reta final definiram os campeões. De positivo para o time de Luxemburgo são as voltas de Aírton e Maldonado e a motivação a mais que Thiago Neves e Renato terão, após passarem pela Seleção. De negativo, a insistência do treinador com um ou outro jogador.

    A 27ª rodada está prevista para 1 e 2 de outubro. Vamos ver como vai estar essa história mês que vem, depois de mais quatro rodadas.

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    Sexta rodada: o líder que perdeu de cinco

    Sexta rodada encerrada. Ou melhor, quase. Mais uma vez o Santos não jogou pelo campeonato, pois a partida contra o América-MG foi adiada devido aos confrontos contra o Peñarol, pela Libertadores da América. Será que é justo? Não é, pois o Vasco, campeão da Copa do Brasil, jogou normalmente seus jogos. Agora sim, falando sobre a rodada, impressionante a goleada do Corinthians sobre o São Paulo: 5 a 0. E com todos os gols marcados no segundo tempo. Destaque para os três gols de Liédson. Ontem já foi discutido a permanência do técnico Paulo Cesar Carpegiani no tricolor. Vamos com calma, não? E os times cariocas? Venceram, mas não convenceram. Botafogo, Vasco e Fluminense sofreram muito para garantir os três pontos cada. Embora o Flamengo tenha vencido por 4 a 1, não foi fácil derrotar o Atlético-MG. Pelo contrário! Mas brilhou o talento de Ronaldinho Gaúcho, marcando um golaço que iniciou a virada.

    Dois toques: Segunda vitória seguida do Bahia. (Obs: os dois jogos foram fora de casa); Sétima rodada será nesta quarta. Fim de semana a vez é da seleção.

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    Até quando?

    O primeiro domingo de maio bem podia ter tido, como destaque, a conquista do Flamengo no Rio, as vitórias de Santos e Corinthians, em São Paulo, o Goiás na final do estadual goiano, o clássico Cruzeiro x Atlético, em Minas, e o famoso Gre-Nal no Sul. Mas o que vemos? Violência espalhada por todos os estádios.

    Briga de torcida não é um fenômeno recente. Elas sempre aconteceram, mas a exemplo do que ocorre entre as quatro linhas quando surge um tumulto entre os jogadores, , começavam e acabavam dentro do estádio. E as brigas eram na mão, empurra-empurra, pancada com o mastro das bandeiras. Eram violentas, claro, mas nem se compara ao que acontece aqui.

    Neste fim de semana teve morte no Rio e em Goiânia. As torcidas viraram exércitos, os confrontos armados são marcados com antecedência, como se houvesse prazer dos criminosos (pois não são torcedores) em brigar. Até quando nossas autoridades vão permitir essas repetições? Até quando os brigões continuarão impunes? Até quando ninguém será preso e as penas serão convertidas em trabalhos sociais? Até quando esses jovens vão continuar achando "maneiro" sair de casa para brigar? Até quando vão fingir chorar e se revoltar com a perda de um amigo?

    Não custa lembrar que em 2014 teremos Copa do Mundo no Brasil. Aliás, até quando a Copa será aqui?

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    A última chance

    Esta semana o futebol brasileiro será sacudido com duas apresentações de primeiro nível no futebol mundial. Hoje, Luís Fabiano volta para o São Paulo, clube onde o jogador exibiu um futebol talentoso e confusões dentro de campo. Já o atacante Adriano se apresenta esta semana no Corinthians. Depois da recusa do Flamengo, o jogador foi contratado pelo clube com a segunda maior torcida do Brasil.

    Com uma vaga no ataque da seleção brasileira em aberto, Luís Fabiano, o fabuloso, pode voltar a vestir a amarelinha se balançar as redes do Morumbi e conquistar títulos. Tem tudo pra dar certo. Adriano também tem a mesma chance, se conseguir deixar as questões pessoais fora de campo. É um contrato de alto risco para o Corinthians que está com a relação desgastada com a torcida depois do fracasso da pré-Libertadores, sendo eliminado pelo Tolima, da Colômbia.

    Adriano no Corinthians, Luís Fabiano no São Paulo, Ronaldinho Gaúcho no Flamengo, Ganso e Neymar no Santos... O Brasileirão 2011 promete fortes emoções.

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    O gigante voltou?

    Estádios vazios, protestos, crise... O primeiro turno do Campeonato Carioca foi uma tragédia para o Vasco da Gama. Clube tetracampeão brasileiro e três vezes campeão sul-americano, passou por vexames como na derrota para o Nova Iguaçu. No futebol, perder para clubes "grandes" e para os "pequenos" é algo normal. Não é normal perder da forma em que o Vasco estava perdendo todos os jogos.

    O segundo turno do estadual é a grande chance do gigante da colina recuperar o respeito que estava sumindo. São Januário, novinho em folha, merece ser chamado de caldeirão novamente. Depois das vitórias no início da Taça Rio, inclusive contra o Botafogo, o torcedor já está mais feliz.

    Mesmo que o time não seja campeão, (o que pode acontecer, pois assim é o futebol) os jogadores, a torcida e a diretoria finalmente estão unidos. Que este péssimo início de temporada fique como lição para um clube do tamanho do Vasco, pois um novo rebaixamento seria uma tragédia sem precedentes. Quanto a política atual do Vasco, em breve farei uma análise detalhada para compartilhar com os torcedores.

    Dois toques:

    Fluminense e Botafogo perderam dois dos melhores técnicos do Brasil. E agora? O torcedor vai precisar de muita paciência.

    Respeitem a vontade de Paulo Henrique Ganso de jogar na Europa.

    Dúvidas, críticas, sugestões, etc. antuneswgc@gmail.com

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    O carnaval do futebol

    Semana cheia, essa depois do carnaval. Vágner Love substitui Adriano; Botafogo trocado pelo futebol chinês; jogador do Vasco não aceita reserva; Muricy vai embora do Fluminense. E isso tudo em plena disputa do returno do Campeonato Carioca e em meio à disputa de Copa do Brasil e de Libertadores. Depois reclamam no final da temporada. Que, aliás, será com clássicos regionais fechando o Brasileirão.

    O Flamengo continua sem atacante fixo na área, mas dois rondam a "zona do agrião". Adriano voltou às manchetes, criou celeuma, gerou fofocas, quase provocou crise interna, mas agora, aos poucos, vai sendo deixado de lado. Folga no noticiário? Nada disso: agora é Vágner Love quem entra nos planos, mas esse é aceito por todos. Não fosse aquele dia em que apareceu numa festa ao lado de traficantes armados e o Artilheiro do Amor teria passado com a ficha limpa pelo Flamengo. Era dedicado aos treinos, cumpria horários e não faltava. Apesar de seu jeito irreverente, não é um jogador problemático. Sem contar que é de bom nível e tem pele rubro-negra. O chato é ver tudo isso acontecer enquanto o Flamengo lutava pela Taça Guanabara e, agora, tenta eliminar o segundo jogo contra o Fortaleza, pela Copa do Brasil. O Luxemburgo bem que está blindando os jogadores, mas poderá chegar um dia em que não vai conseguir.

    E isso aconteceu no Fluminense e acabou com a saída de Muricy Ramalho. Perda grande a do Tricolor. Pior é ver o ex-comandante bombardeando o clube. Ratos no vestiário é demais. Para quem viveu numa estrutura como a do São Paulo, realmente é um impacto gritante. Só que o técnico bem podia esperar um pouco mais ou, se fosse o caso, deveria ter saído no fim do ano passado, como campeão brasileiro. Sair agora, quando o time vive momentos decisivos em duas competições, foi empurrar o barco para o meio do vendaval. O Fluminense, em outras situações, já superou adversidades e tornou-se o time de guerreiros, mas na Libertadores está muito difícil de o time conseguir reagir e se classificar. Uma pena. O Tricolor precisa se reorganizar, deixar de se levar por paixões clubísticas de seus dirigentes e retomar o caminho que levou o clube a tantas conquistas nos últimos anos. Seriedade e responsabilidade, acima de tudo.

    E por falar em responsabilidade, como querer isso de alguns jogadores? O que faz Renato Cajá deixar o Botafogo e ir para o futebol chinês? Só pode ser dinheiro, nada mais justifica. E será que nossos atletas ainda não perceberam que nem só de dinheiro se faz uma carreira? Quantos já foram e voltaram, inadaptados, insatisfeitos por terem sumido das notícias? Cajá era o destaque do alvinegro, vinha subindo de produção, atingindo um estágio na carreira inédito. Aí resolve ir embora. Vai entender! A questão está em experiências de outros que foram e se deram bem. Ou não vamos lembrar de muitos que põem a grana no bolso e voltam correndo para casa com uma série de alegações? Basta pensar no Adriano, citado no começo da coluna.

    E o que dizer do Marcel, artilheiro do Vasco? Foi barrado e pediu pra sair. Não é atitude de profissional. Quantos querem jogar no Vasco, quantos conseguem ser artilheiros do Vasco? Esse rapaz não conhece o clube, a dimensão da instituição. Certamente o time não vai sentir a falta dele, mas não sei se a recíproca será verdadeira.

    Como verdadeira também não é a tese de que vai acabar o corpo mole no Brasileirão, só porque teremos clássicos regionais nas últimas rodadas dos dois turnos. E se não tiver, certamente teremos problemas de logística e segurança. Falando do Rio, vamos imaginar que dois dos quatro times estejam brigando por título ou posição na frente da tabela. Quem vai jogar domingo e quem vai usar o Engenhão? Como a PM vai dar segurança a dois clássicos decisivos? Será que ninguém pensa nisso? E mais: ninguém lembrou que, em julho, o Engenhão estará cedido para os Jogos Mundiais Militares? Vão jogar e colocar as tropas na arquibancada?

    Como se vê, no futebol do Rio falta harmonia e evolução; sobram enredo e fantasias.

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    Início sensacional

    O ano de 2010 foi dos piores para o Flamengo. Perdeu a chance de ser tetracampeão estadual, foi eliminado da Libertadores, ficou sem o Império do Amor, jogadores envolvidos em escândalos e crimes, Zico passou e saiu criticado, nenhum título conquistado, título da Copa União negado. O ano virou e, com ele, a sorte. 2011 não poderia estar melhor.

    A começar com o título da Taça São Paulo de Juniores, o segundo do clube, 21 anos depois do primeiro. Depois veio Ronaldinho Gaúcho. Veio Thiago Neves. O título de 87, agora sim, foi reconhecido. E o time profissional conquista a TAça Guanabara, primeiro título do time principal da administração Patrícia Amorim.

    Um belo início de temporada, que só não pode servir para achar que tudo está ótimo e que nada mais precisa ser feito. No futebol, um tropeço mais grave serve para apagar tudo o que for construído até então. A Taça Guanabara é legal, mas não é o mais importante do ano. Faltam o próprio Estadual, a Sul-Americana, a Copa do Brasil e o Brasileirão. O time dá sinal de que pode, sim, lutar por todos esses títulos. É um sonho difícil de realizar, mas não impossível. O próprio Vanderlei Luxemburgo já conseguiu uma tríplice coroa, com o Cruzeiro.

    É manter os objetivos sempre acima de deitar nos louros de uma conquista. No momento, temos de parabenizar o Flamengo. Mais do que isso, melhor deixar o ano passar.

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    Novela sem fim

    E a CBF, depois de 24 anos, resolveu reconhecer o título brasileiro do Flamengo de 1987. Todo mundo já sabia, mas precisava desse aval oficial para o Rubro-Negro do Rio ser apontado como hexacampeão. Como primeiro tetracampeão brasileiro e, também, pentacampeão. Como legítimo proprietário da famosa Taça das Bolinhas, que agora está na sede do São Paulo. Começa, então, a nova novela, ou uma nova vertente de um enredo que parece não ter fim. O que, se antes era apenas uma discussão de um clube com uma entidade, agora aparenta ser um possível rompimento entre duas instituições de ponta do nosso futebol, e isso não promete ser bom.

    É claro que apoio o reconhecimento, e também é óbvio que sempre considerei o Flamengo campeão de 87. Mas como ficou agora? O Flamengo é campeão brasileiro, mesmo sem ter jogado o cruzamento com Sport e Guarani? Então de que valeu o cruzamento? E o Sport, continua campeão brasileiro ou agora passa a ser apenas o campeão do Módulo Amarelo? Nesse caso, o Guarani vai brigar, pois não houve decisão entre eles e o Guarani abriu mão do título para facilitar as coisas, naquela época. Como os dois rubro-negros podem ser campeões juntos, se, de acordo com a própria CBF, as competições foram distintas?

    Mas tudo é possível, se a gente lembrar que o Palmeiras, por exemplo, tem dois títulos brasileiros em 67. Essa unificação de títulos só trouxe mais confusão.

    Mas voltando à novela, a semana promete ser tensa, já que tudo nos leva a pensar que os últimos movimentos envolvendo São Paulo, Flamengo e a Taça das Bolinhas tiveram como objetivo final criar discórdia no Clube dos 13. E se houver briga lá dentro, quem se beneficia é a CBF, que há tempos sonha com essa dissensão. A Taça das Bolinhas é um mero objeto, e os clubes ainda não perceberam isso. Pelo menos até agora.

    Nos resta aguardar e que prevaleça o bom senso. Inclusive da diretoria do São Paulo, que já teve uma semana para se deliciar com a taça e, agora, deve entregá-la a quem de direito.

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    Um mito do esporte

    E Ronaldo, mais do que merecidamente chamado de Fenômeno, não é mais jogador de futebol. O anúncio foi feito nesta segunda-feira e, apesar dos últimos anos de carreira prejudicados pelas contusões, não deixa de ser triste vivenciar um momento como este. Ronaldinho, dos muitos penteados, do sorriso sempre estampado no rosto, das jogadas de gênio e dos gols decisivos, vai deixar saudade. Um fenômeno em campo, de marketing, de boa imagem, de superação. Só podemos agradecer a ele por tantos bons momentos e exemplos de vida ao longo da carreira.

    Ninguém mais do que ele para saber que era chegada a hora. Talvez até devesse ter sido antes, mas todos sabemos que ele era o cara que buscava o impossível, que queria sempre um algo mais. E este ano era o título da Libertadores pelo Corinthians, o que acabou não acontecendo com a eliminação antecipada. Daí que ele também resolveu sair dos campos antes de dezembro de 2011, data prevista anteriormente. No discurso de ontem, uma frase me marcou. Ele disse que imaginava a jogada, de passar pelo zagueiro "como sempre fiz" e não conseguia. Faltava velocidade.

    Já pensou em tentar fazer algo em sua profissão e não conseguir, por um impedimento físico ou psicológico? Você não ficaria abatido? Pois é, é assim que ele está se sentindo. Logo ele, que tanto se superou nos campos, driblando cirurgias complexas e voltando aos campos, normalmente com mais um título na carreira.

    Como já está mais do que batida a frase, novamente se aplica: ele sai dos campos para entrar na história. História da qual já faz parte há muito tempo. Só que, agora, não mais apenas como um ídolo, mas como um mito do esporte. Um legítimo representante do Brasil. E me arrisco a dizer, a pouquíssima distância de Pelé.

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