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Ativista Daniela Andrade explica porque a transexualidade não deve ser patologizada

Uma conversa sobre identidade trans e preconceito

O programa Estação Plural recebe a ativista transfeminista Daniela Andrade. Nascida e criada na periferia de São Paulo, na infância ela não se identificava com as brincadeiras e os brinquedos considerados masculinos. Na juventude, ela ouviu falar pela primeira vez em transexualidade e aos 18 anos ela se assumiu como uma mulher trans.

Formada em Letras e em Tecnologia da Informação, com pós-graduação em Engenharia de Software, Daniela está cursando agora a sua terceira faculdade: Direito. Ela trabalha em uma empresa de informática e ainda faz parte do GADVS, grupo de advogados pela diversidade sexual e de gênero.

Com energia de sobra para estudar e trabalhar, Daniela explica que a única coisa que pode incapacita-la de desempenhar as suas atividades cotidianas é o preconceito da sociedade, que insiste em classificar a identidade transexual como uma patologia.

"Doente eu estava quando precisava mentir que eu era o que a sociedade impôs que eu fosse", desabafa a convidada.

A ativista ainda alerta para o fato do Brasil ser um dos países que mais mata transexuais no mundo.

Acompanhe a conversa com a ativista Daniela Andrade no Estação Plural de sexta-feira, 6 de outubro.

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