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    Vote no seu Estação Plural preferido!

    Durante toda a primeira temporada do Estação Plural passaram muitas pessoas ilustres por aqui, rolou muito papo interessante, quebra de tabus e preconceitos, ganhamos um cenário novo, refletimos sobre diversos temas do nosso dia-a-dia, despertamos em nós e em nosso público o interesse e o entendimento de ser plural - e muita aprendizagem, claro.

    Agora é a sua vez de escolher qual Estação Plural quer ver novamente! Foram 52 episódios e como não podemos reprisar todos, vamos ter que escolher os mais votados. E se o seu programa preferido não for escolhido, não fique triste, sempre é tempo de rever os episódios do primeiro talk show sobre o universo LGBT da tevê brasileira online! Acesse nosso site e assista as entrevistas na íntegra!

     

     

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    Você manja de Pajubá? Faça o quiz!

    Durante toda a primeira temporada do Estação Plural nossos ilustres e queridos convidados passaram por um teste de fogo do nosso trio plural: o Desafio Aurélia, que testava, de forma descontraída, os conhecimentos dos artistas e figuras públicas sobre o Pajubá. Este é um dialeto que tem origem em linguagens de matrizes africanas e é muito utilizado pela população LGBT

    Agora é a sua vez de provar (ou não) que é um entendido de Pajubá! Selecionamos dez verbetes e ilustramos com alguns dos melhores memes da internet para garantir a diversão - e a aprendizagem, claro. E se o seu resultado "flopar", não fique triste, sempre é tempo de rever os episódios do primeiro talk show sobre o universo LGBT da tevê brasileira!

    Faça o quiz abaixo:

     
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    "Quanto mais vem a onda conservadora, mais vem o outro lado botando o bloco na rua", diz Regina Volpato

        
    Em sua passagem pelo Estação Plural, a apresentadora e jornalista Regina Volpato contou e opinou sobre casos e histórias da vida real. Entre os assuntos, a jornalista confessou que o aumento da propagação de ideias e valores conservadores no Brasil e no mundo a tem assustado.

    "A liberdade de você poder ser quem é já assusta no âmbito do pequeno, quando a mãe vê que o filho ou a filha está querendo seguir uma profissão que não foi a que ela idealizou, você imagina admitir que uma pessoa tem o direito e a liberdade de ser o que ela é, de se exercer da maneira como ela é", diz Regina, em referência à identidade de gênero e orientação sexual.

     
    Confira também:

    A jornalista, no entanto, não se amedronta nem perde as esperanças ante ao preconceito e ao conservadorismo. "Eu vejo uma onda conservadora tomando conta, mas como eu entendo que tudo é um equilíbrio, então quanto mais vem a onda conservadora mais vem o outro lado botando o bloco na rua, não é?", reflete.

    Assista no vídeo abaixo:

    > Estação Plural desta sexta-feira (17/3) recebe a jornalista Regina Volpato. Não perca! 

     

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    Os jogos de sedução valem a pena?

    Ligar no dia seguinte? Demonstrar interesse ou saudade? Esperar um tempo para responder as mensagens? Questões como essas, pautadas muitas vezes pelo medo de parecer disponível demais e estragar um enlance amoroso, configuram boa parte do que chamamos de jogos de amor e sedução, cujo reinado se perpetua ainda nos dias de hoje, mexendo com a cabeça -- e o coração -- de muitos casais (ou pretendentes). Esses jogos seguem a lógica de que, para manter a outra parte interessada, é preciso cultuar um certo mistério sobre si mesmo e seus sentimentos. Afinal, recorrer a jogos de sedução é algo instigante ou apenas uma maneira de abafar os sentimentos?

    O jornalista Ivan Martins, entrevistado do Estação Plural, explica que no processo de conhecer uma pessoa já há naturalmente um jogo de sedução em que se ocultam algumas facetas da personalidade e mostram-se outras, aos poucos. "Faz parte da nossa natureza, você não confia inteiramente nas pessoas. É um jogo natural, que não é premeditado, e acho esse mais saudável do que o jogo premeditado", diz.
     
    Confira também: 

    Para Ivan o jogo que melhor cabe em um relacionamento é o de preservar a própria personalidade.  "É manter a sua individualidade, não deixar se dissolver dentro daquele nó. A medida em que se faz isso o mistério está assegurado, porque seres humanos são misteriosos", argumenta. "Você pode viver com uma mulher dez anos que você não vai entendê-la, e ela tão pouco vai te entender porque você continua sendo uma pessoa complexa que está se renovando", acrescenta. 

    Relacionar-se com alguém, segundo o jornalista, implica em integrar parte de sua vida na da outra pessoa. "Quem se recusa a se misturar um pouco que seja na vida do outro não está querendo um relacionamento, está querendo ficar sozinho. Isso é outra coisa", finaliza.

    Assista à entrevista no vídeo abaixo:

    > O assunto continua no Estação Plural desta sexta-feira (17/3), com a participação da jornalista Regina Volpato. Não perca!

     

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    Conheça a brasileira Rafaela Manfrini, Miss Trans Star International 2016

     
    Aos 23 anos Rafaela Manfrini assumiu sua identidade de gênero como mulher. Infelizmente, como a grande maioria das pessoas trans, sofreu repressão e preconceitos, inclusive por parte da família. Ela relata que, por conta da religião, sua mãe acreditava que poderia mudar seu comportamento. Hoje, Rafaela pode erguer a cabeça e dizer: "Eu sou infinitamente feliz e completa em todos os sentidos".

    Em setembro de 2016 em Barcelona, Rafaela venceu 29 concorrentes de vários países e levou a coroa de Miss Trans Star International. Foi a 5ª edição do evento, que se preocupa também em dar visibilidade à causa trans, lutar pela igualdade de direitos e mostrar para o mundo que sérias injustiças são cometidas contra as mulheres trans o tempo inteiro.

     
    Confira também:

    O primeiro concurso que Rafaela participou foi em 2012 no Miss T Brasil, no qual ficou em 3º lugar. E em 2014, no renomado Miss Internacional Queen, na Tailândia, ela ficou entre as dez mais bonitas.

    Assista à entrevista de Rafaela Manfrini no Estação Plural:

    > O Estação Plural desta sexta (10/3) recebe o cantor e compositor Odair José, às 23h.

     

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    Qual o limite saudável para ser fã?

    Uma pessoa se torna fã de alguém porque se identifica com seu trabalho ou mesmo com a figura que este encarna. E é até natural que o amor de um fã carregue um pouco de idolatria, sobretudo entre os mais jovens. Mas qual o limite para que essa admiração continue saudável e não se torne fanatismo?

    O doutor em psicologia Leonardo Cruz dos Santos diz que um "fã alucinado é uma pessoa que já está idolatrando alguém, ou seja, colocando ela dentro de um patamar que vai pra além do humano". Para ele, é preciso complementar a admiração e a busca por determinado ídolo com sua vida como um todo, não se esquecendo de sua família, amigos, trabalho, estudos e demais tarefas rotineiras.

    > Conheça a brasileira Rafaela Manfrini, Miss Trans Star International 2016

    "O limite a ponto de ser alucinado por um ídolo é de você acima de tudo cuidar da sua saúde física ou moral e que sua vida continue, que seu cotidiano continue, que você continue fazendo suas tarefas e realizando seus objetivos", observa o especialista. 

    Assista à entrevista com o psicólogo no vídeo abaixo:

    >> Não perca o papo sobre fanatismo no Estação Plural desta sexta (10/3), às 23h, com o cantor e compositor Odair José. 

     

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    Professor comenta sobre a relação entre estereótipos e preconceito

    Vitor Fernandes, professor do Ensino Médio, alerta para os perigos da sociedade se basear em conceitos de gênero e sexualidade muito estreitos e encaixar as pessoas dentro de certas classificações, por exemplo colocar o gay como sendo afeminado, que gosta de rosa e é sensível.

    Segundo o professor, a definição de padrões rígidos pode levar a uma situação preconceituosa e de discriminação. Ele acredita que a solução seria as pessoas conviverem em harmonia com o que é diferente, garantindo um mundo mais plural.

    “Eu espero viver em um momento em que você tenha, por exemplo, uma boate que não precise se denominar gay, uma boate que é boate e vão héteros, vão gays e vai todo mundo”, almeja o professor.

     

    >> Saiba mais sobre o tema no Estação Plural desta segunda-feira (20/2), às 22h, que recebe a atriz e apresentadora Natália Lage.
     

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    Como reconhecer estar sendo vítima de assédio moral no trabalho

    Através de piadas e ironias, o assédio moral tenta constranger e humilhar uma pessoa. Ele pode acontecer dentro da família, relações amorosas e também no ambiente de trabalho. O programa Estação Plural entrevista o psicólogo Leandro Alves dos Santos sobre o limite entre brincadeira inofensiva e o assédio moral.

    “Uma das maneiras de você saber se você está passando por um assédio é a repetição dessa situação, um determinado prazer na qual aquele que assedia sente e, principalmente, consultar os seus corações, quando somos feridos é lá que dói”, explica o psicólogo.

    Para o especialista, em certos casos, quem pratica o assédio moral beira a perversão. Leandro explica que a pessoa tem um prazer relativamente mórbido de descontar suas frustrações em alguém que está perto.

     

    >> Saiba mais sobre o tema no Estação Plural desta segunda-feira (20/2), às 22h, que recebe a atriz e apresentadora Natália Lage.
     

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    Pedro HMC, do Põe na Roda, destaca a importância de "ser entendido"

    Pedro HMC

    Põe na roda... da família, da sala de aula, dos amigos e de qualquer ambiente de aprendizagem e acolhimento um assunto essencial para a constituição do sujeito: sua orientação sexual e identidade de gênero. É com essa proposta, de se entender e ser entendido, que Pedro HMC tem atuado, tanto em seu canal LGBT no Youtube quanto na obra “Um livro para ser entendido”, baseando-se em suas experiências e vivências.

     
    Leia também:

    “Lembro quando eu era adolescente, eu fui descobrindo que eu era gay porque eu sentia atração por outros garotos, mas eu não sabia o que era aquilo e gay pra mim era um xingamento", desabafa o roteirista e escritor. Pedro defende a importância de aprender sobre sexualidade na escola para além do padrão normativo, pois promoveria uma melhor compreensão e aceitação da diversidade desde cedo, evitando a desinformação e o bullying. "Eu adoraria ter tido um livro que falasse sobre esse universo, que me desse informação para eu não quebrar tanto a cabeça assim na prática", relata.

     
    Confira trecho do livro:
    "Mas o que é ser entendido? Muitos são e sequer se entendem. Muitos são e não aceitam. Muitos não são e não respeitam. E a geração mais nova de entendidos nem Deve saber desse sinônimo “entendido”, que já foi uma gíria muito usada pra gays se referirem a outros gays: “ah, fulano é entendido!”. Entendeu? Mas este livro está longe de ser apenas pros entendidos, afinal é preciso que não entendidos também nos entendam pra que aí sim a gente consiga vencer o preconceito no mundo.”

    O criador do Põe na Roda também considera necessário que os LGBT's sejam cada vez mais e melhor representados, tanto na mídia quanto na política. "Eu percebo que através do meu trabalho existem muitos pais e mães que são muito mais tolerantes hoje em dia", ressalta.

    >> Saiba mais sobre o tema no Estação Plural desta segunda-feira (13/2), às 22h, que recebe o poeta Glauco Mattoso.

     

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    "Sempre fui muito mais discriminado como cego do que como gay", desabafa poeta Glauco Mattoso

      

    O escritor Glauco Mattoso perdeu por completo a visão nos anos 1990 em decorrência de um glaucoma. A nova condição limitou sua carreira nas artes visuais e ele passou a dedicar-se a escrever letras de músicas e à produção fonográfica. No Estação Plural, o poeta compartilhou que a deficiência visual lhe tirou todos os seus referenciais, obrigando-o a reaprender. Afinal, "a gente vive num mundo feito por e para pessoas que enxergam ou ouvem ou andam normalmente", critica.
     
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    Glauco também avalia que um "cego de nascença" se adapta mais facilmente do que quem já teve visão. No entanto, considera que as limitações são muitas e dispara:"Eu sempre fui muito mais discriminado como cego do que como gay, porque as pessoas não estão preparadas ou simplesmente se recusam a tentar ajudar ou a compreender", desabafa.

    Confira trecho da entrevista do escritor ao Estação Plural:

    Segundo dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2015, dos quatro tipos de deficiência pesquisados (auditiva, visual, física e intelectual), a deficiência visual é a mais representativa e atinge 3,6% dos brasileiros, sendo mais comum entre as pessoas com mais de 60 anos (11,5%). A pesquisa mostra também que 0,4% são deficientes visuais desde o nascimento e 6,6% usam algum recurso para auxiliar a locomoção, como bengala articulada ou cão-guia. O grau intenso ou muito intenso da limitação impossibilita 16% dos deficientes visuais de realizar atividades cotidianas, como trabalhar, ir à escola ou brincar.

    Para algumas atividades no ambiente digital, inclusive para o trabalho, Glauco conta com o suporte de softwares, como de leitores de voz e o Dosvox, sistema desenvolvido pela Universidade Federal do Rio de Janeiro para facilitar o uso de computadores para deficientes visuais. Ele revela que, com o uso do Dosvox, já escreveu mais de 50 livros.

     

    >> Não perca a entrevista completa com o poeta Glauco Mattoso no Estação Plural nesta segunda-feira (13/2), às 22h.

     

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