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O bem-estar dos peixes

Por que as tartarugas marinhas põem ovos no mesmo lugar onde nasceram?

Futurando

No AR em 05/11/2019 - 23:00

É muito comum a publicação de estudos que discutem como vacas, galinhas e porcos devem ser criados para terem uma vida considerada digna. Mas ainda é tímido o volume de pesquisas relacionadas ao bem-estar dos peixes.

Você vai ver no Futurando que a Universidade de Ciências Aplicadas de Zurique quer mudar isso e está fazendo um levantamento sobre a criação de carpas em cativeiro e o tipo mais adequado de alimentação para manter os animais sob condições mínimas de estresse.

Vamos falar também do comportamento de tartarugas marinhas fêmeas, que voltam às praias onde nasceram para depositar seus ovos. Tudo indica que trata-se de mais que um instinto. A questão é: como elas sabem o caminho? Como elas conseguem retornar exatamente ao lugar onde tudo começou? Cientistas defendem que há uma influência do campo magnético da Terra.

Aliás, por que a água do mar parece azul, ou às vezes até esverdeada, e quando olhamos para um copo de vidro cheio de água o que vemos é um líquido transparente? Será que o mar, afinal, é um reflexo do céu, como os mais românticos costumam dizer? Não. A explicação está na física, na absorção e reflexão da luz.

No Futurando você vai ver ainda como a Escola Superior Técnica de Aachen está desenvolvendo um método para reciclagem de terras-raras, que são elementos químicos bastante usados na fabricação de dispositivos eletrônicos. A ideia dos profissionais é, na verdade, parte de uma estratégia econômica que você vai entender melhor no programa.

Preparamos uma reportagem explicando como uma erva-daninha um dia considerada um problema para agricultores sinaliza hoje uma esperança de futuro melhor para uma região pobre da Albânia. É que a planta acumula grandes quantidades de níquel. A indústria consegue utilizar o níquel na produção de tintas e vernizes.

O petróleo vai desaparecer? Deixar de ser usado por completo? Talvez não totalmente, mas já é preciso buscar alternativas menos poluentes. Andreas Kruse, da Universidade de Hohenheim, pesquisa matérias-primas renováveis que possam, no futuro, substituir fontes não renováveis, como é o caso do petróleo. Uma planta parece promissora: a chicória.

Criado em 06/11/2019 - 16:50

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