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Especialista aponta os novos caminhos do audiovisual

Krishna Mahon também reforça importância de adaptar leis de fomento

Com apenas 3.160 salas de cinema em todo o país, segundo dados da Ancine, o mercado audiovisual brasileiro tem buscado novos caminhos para escoar sua produção em demais plataformas, como as de vídeo sob demanda (video on demand). 

Para isso, Krishna Mahon, diretora de conteúdo dos canais History, A&E e Lifetime, defende a necessidade de adaptação, pelo Poder Público, das leis de fomento. "Muitos dos filmes podem, e deveriam, estrear em VoD (video on demand), sabendo já que tem que ter um lastro dessa cauda longa para outros players e plataformas, tipo Youtube e todas as outras, com modelos de negócio eficientes", explica.

A especialista destaca também a importância de o produtor de conteúdo entender seu produto e analisar qual o melhor caminho para levá-lo ao maior número de pessoas. Krishna dá como exemplo o curta "Eu Não Quero Voltar Sozinho", da Vitrine Filmes. "Foi um jeito muito legal de entender o tamanho do seu público com o curta, criar uma 'fan base' para depois fazer um longa e o longa já sair num número pequeno de salas, mas com aquele público cativo que você já sabia que dava certo", avalia.

Para ela, essa lógica de começar "pequenininho e ir crescendo" vale tanto para o cinema quanto para canais pagos. "É um caminho natural bacana de parcerias e produtos", acrescenta.

O Mídia em Foco discute demais questões do Mercado Audiovisual na segunda-feira (16/4), às 22h45, na TV Brasil.

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