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Documentários

Episódio analisa evolução da tecnologia e da linguagem do gênero

O gênero documental está presente no audiovisual desde os primeiros filmes do final do século 19 com “A chegada do trem na estação”, dos Irmãos Lumière. Na década de 1920, foram lançadas algumas obras seminais do gênero, como “Nanook, o esquimó”, do cineasta norte-americano Robert Flaherty, e “Um homem com uma câmera”, do diretor russo Dziga Vertov. Antes deles, o major brasileiro Thomaz Reis, responsável pelos registros cinematográficos da Comissão Rondon, realizou em 1917 um marco do documentário etnográfico: “Rituais e Festas Borôro”.

No Brasil a produção de documentários começa no início do século 20 com os irmãos italianos Afonso e Paschoal Segretto. Em 1936 é criado o Instituto Nacional de Cinema Educativo, idealizado por Edgar Roquette-Pinto. Centenas de documentários, a grande maioria dirigida por Humberto Mauro, foram produzidos pelo instituto. A partir do fim dos anos 1950, a crítica social se torna mais presente no gênero em obras como “Arraial do Cabo”, de Paulo César Saraceni e Aruanda de Linduarte Noronha. 

“Babilônia 2000”, de Eduardo Coutinho, mostra a vida e os anseios de moradores do Morro da Babilônia no Rio de Janeiro. Gravado na virada do milênio, é um dos primeiros documentários brasileiros de longa-metragem produzidos com câmeras digitais. Além de baratear e democratizar a produção, a evolução tecnológica influenciou a própria linguagem documental e contribuiu para a disseminação desse conteúdo através das mídias digitais.

Ilana Feldman, doutora em cinema, é convidada deste Mídia em Foco
Ilana Feldman, doutora em cinema, é convidada deste Mídia em Foco - Divulgação/TV Brasil

Participam deste episódio:

André Fratti Costa, cineasta e professor

Evaldo Mocarzel, cineasta e dramaturgo

Ilana Feldman, doutora em cinema

Tags:  documentário

Criado em 27/12/2018 - 09:45

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