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Lusitânia Expresso

Filme do Timor Leste retrata a fantástica trajetória de estudantes,

Nossa Língua

No AR em 22/01/2017 - 01:30



Personagem principal do filme segura um cartaz escito "Kanana"

Após o massacre feito por militares indonésios no cemitério de Santa Cruz em Díli, Timor Leste, em Novembro de 1991, uma iniciativa da revista “Fórum Estudante”, liderada por Rui Marques,  reune estudantes de vários países do mundo para uma viagem marítima a bordo do ferryboat “Lusitânia Expresso”, que ficou conhecida por missão “Paz em Timor”. O navio que habitualmente transportava veículos, além de várias limitações, não tinha quilha.

Partindo de Lisboa chega a Darwin, na Austrália, dia 8 de março de 1992, de onde parte em direção a Díli, com cerca de 120 passageiros a bordo, a maioria estudantes, de vinte e três países. O objetivo declarado era depor uma coroa de flores no cemitério de Santa Cruz, em memória do massacre aí ocorrido no ano anterior. Mas o objetivo principal era, obviamente, denunciar ao mundo a violência que estava a ser cometida pelo Indonésia em Timor-Leste.

Seguiam a bordo também jornalistas, homens de rádio e de televisão (a RTP estava a bordo), políticos e outras figuras públicas. Entre eles um ex-presidente português, o General Ramalho Eanes. Já próximo do limite territorial de Timor Leste, o comando da flotilha indonésia ameaçou afundar o “Lusitânia Expresso”, caso entrasse em águas de Timor. Estavam comisso impedidos de chegar a Díli.
 




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