Observatório da Imprensa

Com 11 jornalistas mortos na S√≠ria e no Iraque s√≥ em 2014, o Observat√≥rio da Imprensa volta a tratar da dificuldade dos profissionais de informar em zonas de conflito, principalmente no Oriente M√©dio. As decapita√ß√Ķes de jornalistas s√£o postadas na internet, como foi o caso de Stephen Sotloff, de 31 anos, que escrevia para as revistas Time e Foreign Policy, e chocaram o mundo. A cena √© recorrente e foi divulgada pelo Estado Isl√Ęmico atrav√©s do grupo de monitora√ß√£o terrorista SITE. H√° poucos meses, um v√≠deo com o assassinato de outro jornalista americano, James Foley, tamb√©m foi divulgado como protesto √† pol√≠tica de Obama.

Atualmente, h√° mais de 30 jornalistas em poder do Estado Isl√Ęmico. A imprensa √© feita ref√©m para se tornar porta-voz dos interesses dos sequestradores. Os terroristas tamb√©m utilizam as m√≠dias sociais, especialmente Facebook e Twitter, onde n√£o h√° censura, para fazer campanhas de ades√£o √†s suas causas.

A Campanha Emblema para a Imprensa (PEC, na sigla em inglês), entidade com sede em Genebra que defende a criação de regras internacionais para proteger jornalistas em zonas de guerra, emitiu nota de protesto contra a barbárie do assassinato do segundo jornalista americano, pedindo ação urgente do Conselho de Direitos Humanos da ONU.

Líderes europeus, além do presidente americano já iniciaram ofensivas aos jihadistas, mas ainda nenhuma proteção efetiva foi tomada para proteger os profissionais de imprensa.

Hor√°rio: 
Terça às 19h30
Descri√ß√£o: 
Programa analisa os riscos que sofrem os repórteres correspondentes na cobertura das guerras no Oriente Médio.

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