Observatório da Imprensa

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  • 100 anos da guerra que não acabou

    Programa volta ao passado e analisa a participação da mídia durante o conflito

    Alberto Dines apresenta o Observatório da ImprensaA Primeira Guerra Mundial completa 100 anos em agosto, mas os conflitos que levaram milhões às trincheiras permanecem em discussão e cada vez mais atuais. O mundo ainda convive com xenofobismos, extrema direita e separatismos, principalmente na Europa.

    A batalha que começou com o assassinato do arquiduque Franz Ferdinand, herdeiro do trono Austro-Húngaro em Sarajevo, alcançou as maiores potências europeias, a África e a América e ceifou cerca de 20 milhões de vidas. A primeira guerra testou no front novas armas, tanques, gases letais e as trincheiras de arame farpado. O aparato parecia infalível e todos acharam que a guerra acabaria em semanas, mas durou 4 anos.

    A imprensa foi mais um personagem nesta luta entre nações. Os jornais abusaram da censura e do controle de informações com correspondentes proibidos de pisar no campo de batalha. A decisão levou os jornalistas, inconformados com a falta de liberdade, a entrar em greve. O cinema, com duas décadas de vida, também é mobilizado e veste o uniforme de batalha. Começa a primeira guerra midiática.

    Entre milhares de baixas, feridos e pobreza extrema, surgem os pacifistas. São jornalistas, escritores, sindicalistas e socialistas que gritam por paz, assim como as mulheres sufragistas que brigam pelo direito ao voto.

    Apresentação: Alberto Dines

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