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Cerimônia de encerramento dos Jogos Paralímpicos Rio 2016

Emissora acompanha solenidade que marca o término do evento esportivo

Paralimpíadas 2016

No AR em 19/09/2016 - 00:30

Após 11 dias de transmissões das principais disputas da delegação brasileira em competições individuais ou coletivas nos Jogos Paralímpicos Rio 2016, a TV Brasil mostra neste domingo, 18 de setembro de 2016, ao vivo, a partir das 20h, as emoções da cerimônia de encerramento da festa do esporte. Assim como na abertura, o palco da solenidade é o Estádio do Maracanã.

Para apresentar a celebração do espírito esportivo, a TV Brasil escalou os jornalistas Daniela Christoffer, Sergio du Bocage e William Douglas, que acompanham passo a passo cada momento da cerimônia. A transmissão ainda conta com a tradução da solenidade em libras que será feita por Cláudia Jacob e Jhonatas Narciso. Já a tradução simultânea do inglês fica por conta de Evandro Figueira.

Mais cedo, a partir das 19h30, o trio faz uma retrospectiva dos 11 dias de Jogos e comenta as principais disputas, as conquistas mais emocionantes bem como os melhores momentos da Paralimpíada do Rio de Janeiro.

Daniela Christoffer e Sergio du Bocage apresentam a cerimônia de encerramento da Paralimpíada na TV Brasil

 

Sobre a festa

Apresentação musical na abertura da Paralimpíada. Crédito: Tomaz Silva/Agência Brasil

A cerimônia de encerramento dos Jogos Paralímpicos Rio 2016 promete uma grande festa da cultura brasileira. A cantora baiana Ivete Sangalo é uma das atrações musicais já confirmadas no evento, que reserva muitas surpresas para atletas, técnicos, árbitros, profissionais e voluntários que arregaçaram as mangas para realizar a jornada paralímpica na Cidade Maravilhosa.

As atrações musicais programadas para o encerramento dos Jogos prometem garantir a animação da plateia e a pluralidade de gêneros que confirma a diversidade artística do país. O repertório passa pelo tecnobrega da paraense Gaby Amarantos, o axé de Saulo Fernandes, a MPB de Vanessa da Matta até o funk do Dream Team do Passinho.

Completam o time de músicos nomes como Andreas Kisser, Nação Zumbi, Nego do Borel, Armandinho, Céu, Jonathan Bastos, Saulo Lucas e o inglês Calum Scott.

A solenidade é uma nova oportunidade para celebrar o Rio de Janeiro e o Brasil. E vai oferecer emoção extra com a retrospectiva dos melhores momentos das competições e a passagem da bandeira Paralímpica para Tóquio, próxima sede dos Jogos em 2020.

 

Cobertura da TV Brasil

Com o slogan "O canal das Paralimpíadas", a TV Brasil exibiu junto com as emissoras parceiras da Rede Pública de Televisão cerca de 10 horas diárias de programação dedicada exclusivamente ao evento.

Jogador da seleção brasileira de futebol de 5 prepara-se para o chute. Crédito: Tomaz Silva/Agência Brasil.O Rio de Janeiro, capital mundial do esporte em 2016, recebeu mais de 4.300 atletas de 176 países que competiram em 23 modalidades nos Jogos Paralímpicos entre os dias 7 e 18 de setembro.

A cobertura priorizou partidas da delegação brasileira em diversos esportes coletivos e as disputas individuais em várias modalidades, com destaque para a emoção das conquistas de medalha e a capacidade de superação desses atletas de alto rendimento que fizeram história no Rio de Janeiro e são exemplo para as novas gerações.

Durante as transmissões, a emissora fez entradas ao vivo com flashes de outras provas que ocorriam simultaneamente aos jogos apresentados.

No decorrer da programação também foram exibidos boletins paralímpicos com especialistas comentando os resultados, analisando o desempenho dos atletas e atualizando o quadro de medalhas.

Esgrima em cadeira de rodas na modalidade espada. Crédito: Tânia Rêgo/Agência Brasil.Com regras e categorias específicas para cada tipo de deficiência, a Paralimpíada distribuiu mais medalhas do que a própria Olimpíada em cerca de 528 provas disputadas nas 20 arenas durante os 11 dias de competição.

Enquanto a TV Brasil levou aos telespectadores os grandes momentos dos Jogos Paralimpícos, os demais veículos da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) mobilizaram suas equipes na rua para a cobertura jornalísticas do evento.

Detalhes da Paralimpíada engajaram o público nas redes sociais, nos perfis @tvbrasil e @ebcnarede do Twitter e Facebook. A torcida ainda pode compartilhar suas impressões pela hashtag #VemPraPara.

 

Desempenho da delegação brasileira em comparação a edições anteriores

Daniel Dias mostra uma de suas medalhas nos Jogos Paralímpicos Rio 2016. Crédito: Fernando Frazão/Agência Brasil.

Até a manhã de quinta-feira (15/9), o Brasil já tinha conquistado 49 medalhas, número que superou a marca de 43 obtidas na edição anterior da Paralimpíada, realizada em Londres, em 2012. A três dias do final dos Jogos Paralímpicos Rio 2016, o país também ultrapassou o recorde em uma mesma edição - 47 conquistadas em Pequim no ano de 2008.

Atletismo e natação são os carros-chefes da delegação nacional até agora. As duas modalidades já somam mais de 35 medalhas. O nadador Daniel Dias é o atleta que mais contribuiu para esse número até agora: ele obteve seis medalhas: duas de ouro, três de prata e uma de bronze.

O Comitê Paralímpico Brasileiro espera que o país conquiste a quinta posição geral no quadro de medalhas ao fim dos Jogos, posição que ocupou durante boa parte do evento. Nesta edição da Paralimpíada, o Brasil teve a maior delegação da história do evento com 287 atletas.

Nos Jogos de Londres, em 2012, a equipe brasileira alcançou a sétima colocação, com 21 ouros, 14 pratas e 8 bronzes, somando 43 medalhas ao todo. Já na Paralimpíada de Pequim, quatro anos antes, o Brasil ficou na 9 posição com 16 ouros, 14 pratas e 17 bronzes que totalizaram 43 conquistas.

 




Criado em 16/09/2016 - 20:33 e atualizado em 18/09/2016 - 19:16

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