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Esporte e Futuro

Conheça iniciativa que contribui para o futuro do esporte paralímpico

Programa Especial

No AR em 24/02/2018 - 12:30

O Programa Especial desta semana é sobre esportes, vamos falar de iniciativas que contribuem para o futuro do esporte paralímpico. Nossa equipe conversou com o jovem tenista João Lucas Takaki sobre o tênis em cadeira de rodas e com a mãe dele, Adriana Dutra, que é fundadora da ONG Atitude Paradesportiva. E nossa repórter Fernanda Honorato foi até São Paulo para conhecer o Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro. Ela conversou com Ciro Winckler, que é coordenador de alta performance do CT. Fernanda conversou também com o nadador Gabriel Cristiano e com jogadores de basquete.

João Lucas Takaki fala do desejo de ter uma carreira no tênis
João Lucas Takaki fala do desejo de ter uma carreira no tênis - Divulgação

O jovem tenista João Lucas Takaki falou sobre o amor pelo esporte e o desejo de participar de uma paralimpíada: "Tênis, eu me enxergo com uma carreira, tudo. Tênis é uma coisa que eu quero para a minha vida."

E a mãe de João, Adriana Dutra, que é fundadora da ONG Atitude Paradesportiva, contou que a ONG promove a inclusão de pessoas com deficiência física no esporte: "Em 2010, eu resolvi montar a ONG. Eu via que tinha super poucas opções da prática de esportes, na Cidade de São Paulo, e muita procura. Então, eu via, muitas mães vinham me procurar e a gente não tinha opção para indicar um lugar onde eles pudessem treinar. E, daí, eu montei a Atitude, com uma proposta de escolinha de esportes, para as crianças estarem podendo vivenciar várias modalidades."

Fernanda Honorato foi até o Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro conversa com o atleta de natação Gabriel Cristiano, que falou sobre o amor pelo esporte
Fernanda Honorato foi até o Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro conversa com o atleta de natação Gabriel Cristiano, que falou sobre o amor pelo esporte - Divulgação

Já Ciro Winckler, que é coordenador de alta performance do Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, explicou para Fernanda Honorato como funciona o espaço, a estrutura dele e a importância de ter um Centro, como esse, como um legado paralímpico:

"Depois da visita de vocês aqui, antes dos Jogos no Rio, depois da nossa participação nos Jogos, nós começamos a implementar uma série de programas e ações aqui. Eventos, nós já alcançamos, em 2017, 80 eventos, competições das mais diferentes modalidades. Nós atendemos diariamente 250 atletas. Nós já tivemos gente passando aqui no CT competindo, visitando, mais de 13.000 pessoas."

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