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Acessibilidade nas Paralimpíadas

Programa Especial revela como a organização do evento se prepara para

Programa Especial

No AR em 04/09/2016 - 12:30

Coordenador de Acessibilidade da Rio 2016 dá detalhes dos recursos que estarão disponíveis para as pessoas com deficiência.
De acordo com o Coordenador de Acessibilidade da Rio 2016, Augusto Fernandes, nos locais onde acontecem os jogos vai haver “mapa tátil, piso tátil e alguns esportes vão ter narração audiodescritiva”, explica. “E para pessoas com deficiência física, vamos ter acessibilidade, rotas acessíveis, com rampas, elevadores e serviço de cadeira de rodas.”

Especialista em integração Paralímpica, Marcos Lima tem deficiência visual e explica ao Programa Especial o conceito por trás da Tocha Paralímpica. “De cima para baixo, (a tocha) vai representando os formatos, os relevos da cidade do Rio de Janeiro. Para uma pessoa cega, que não tem como botar a mão no alto da pedra da Gávea, é interessante tocar na tocha para sentir realmente como é o contorno desses símbolos do Rio de Janeiro.”

Em São Paulo, o Programa entrevista o coordenador técnico de atletismo Ciro Winckler para saber sobre a estrutura e acessibilidade do Centro de Treinamento Paralímpico. “O Centro Paralímpico está previsto para 16 esportes. Isto aqui já vai ajudar com os jogos do Rio, mas nós vamos sentir um grande efeito desse treino em 2024, 2028. Com certeza, em Tóquio já vamos chegar com excelentes resultados em muitos atletas que vão aparecer aqui dentro do centro (…) O Brasil é o único dos países que não tinha nenhum centro esportivo (próprio para atletas paralímpicos).”

Apresentação: Juliana Oliveira
Direção: Angela Reiniger
Reportagem: Fernanda Honorato e Zé Luis Pacheco
Produção: Ricardo Petracca

 




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