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Deficiência visual em debate

Neste Programa Especial, Juliana Oliveira recebe três convidados para


A consultora em audiodescrição e psicóloga Virgínia Menezes, cega de nascença, participa do debate. “Acontece muito de o familiar superproteger o deficiente, achando que o deficiente não é capaz de fazer as coisas, que vai cair, que vai tombar, que vai machucar, que não é capaz”, explica.

"'Tenho que encarar isso, agora é a minha realidade. Eu sou cego, então, como vou viver com isso?'”, relembra o compositor Waldir Lopes ao saber que perderia a visão. “Fui morar com pessoas cegas, que nasceram cegos, para saber como vivem. Fui ver isso de perto para aprender e poder passar para a minha família.”

“Você tem que andar com a bengala toda hora para provar que é deficiente, não é fácil”, revela a massoterapeuta Bruce Maciel, que conversa sobre a luta pelos direitos da pessoa com deficiência. “Ainda tem muito o que conquistar, seja o deficiente visual, auditivo, locomotor, qualquer um ainda tem que enfrentar muita barreira. No caso do deficiente visual, no mercado de trabalho ainda tem que expandir muito.”

O quadro Paralímpicos traz uma reportagem sobre o Programa Pulsar, que capacita profissionais de educação física para atividades com pessoas com deficiência.

Apresentação: Juliana Oliveira
Direção: Angela Reiniger
Reportagem: Fernanda Honorato e Zé Luis Pacheco
Produção: Ricardo Petracca

 

 

 

 

 

 

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