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Dia Internacional da Síndrome de Down

Programa especial conversa com Dandan do Samba, que tem a síndrome de

Programa Especial

No AR em 22/03/2017 - 09:00

A repórter Fernanda Honorato dança ao som do percussionista Dandan do Samba.Guilherme Varella e Karen Chaves são namorados e têm síndrome de Down. Márcia Chaves, mãe da Karen, conversou com a repórter Fernanda Honorato sobre o desenvolvimento da filha e sobre o início do namoro.

“Ela viu os irmãos namorando e queria namorar. Falava para o irmão mais velho: 'tem um amigo seu aí? Porque eu quero namorar'. Ela achava que seria dessa forma. Comecei a fazer parte da Associação SSDown e a participar dos bailes, das atividades com ela”, relatou Márcia. “Numa festa junina, o Gui levou o tablet e começou a tirar foto dela, depois começou a dançar com ela. Aí ele deu um beijo e eu fiquei superassustada. Ele deu a mão a ela, chegou até mim e pediu para namorar. Eu falei para ele: 'Se ela quiser, tudo bem.' Aí, ela falou: 'Eu aceito, vou aceitar namorar'. (...) Depois que ela começou a namorar, ficou mais independente, mais segura, mais ativa, autoestima maior, então isso tudo é muito importante.”

Fernanda Honorato também conversou com Dandan do Samba, que toca tamborim e tem síndrome de Down. “Meu pai é compositor,  faz samba para a Caprichosos, Salgueiro, Tijuca, junto com o Rangel, os parceiros dele. Eu sou cantor da Tijuquinha do Borel”, relembra Dandan quando perguntado sobre o começo na música. “O samba é a minha vida, porque eu fico na bateria, eu fico me divertindo na bateria pura cadência, com o Casão. A minha vida é samba, mas tem que estudar”, ressalta.

“Eu tive as minhas duas pernas amputadas abaixo do joelho por conta de uma infecção intestinal aos 21 dias de nascido”, conta Alan Fonteles ao reórter Zé Luiz Pacheco. “Aos 8 anos, tive a iniciativa de querer fazer um esporte, e já, de cara, eu fui para o atletismo, já querendo ir para a prova de velocidade. Competi nas Paralimpíadas de Londres, ganhei uma medalha de ouro na prova dos 200 metros, tenho uma medalha de prata no 4 por 100 em Pequim, em 2008. Chegar a uma Olimpíada, chegar a uma Paralimpíada, ao campeonato mundial e conquistar tudo aquilo que eu sempre almejei desde criança, foi muito maravilhoso.”

Apresentação: Juliana Oliveira
Direção: Angela Reiniger
Reportagem: Fernanda Honorato e Zé Luis Pacheco
Produção: Ricardo Petracca

 




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