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Cantora Maria Rita contaminada pelo samba

Convidada conta que foi mordida pelos sedutor ritmo brasileiro

Samba na Gamboa

No AR em 07/12/2017 - 20:40

Filha da cantora Elis Regina e do pianista Cesar Camargo Mariano, ela resistiu a cantar. Aos 24 anos, depois de se formar em Comunicação Social e em Estudos Latino Americanos, Maria Rita resolveu voltar para o Brasil e se dedicar ao papel de cantora. Seu primeiro álbum, com 13 canções, trouxe ritmos brasileiros integrados a influências do jazz e do hip hop, do tempo que morou nos EUA. Mas em 2007, a cantora se entregou completamente ao samba com o álbum Samba Meu. O trabalho conquistou muitos prêmios, incluindo o Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Samba/Pagode.

Hoje, em seu segundo álbum de samba, oito anos após primeiro, Maria Rita explica as diferenças entre o recente Coração a Batucar e o primeiro. “O Samba Meu foi uma apresentação. Eu queria falar sobre o samba e sobre a minha ligação com ele. Agora, depois desses anos de amadurecimento, eu já me senti mais à vontade pra brincar e arriscar mais”, conta.

A nova sonoridade se dá, em parte, pela guitarra do músico, compositor, produtor e também marido, Davi Moraes. Outra diferença citada pela artista é a participação do seu filho, Antônio, que nasceu na época do lançamento de Samba meu. Desta vez, ele toca tamborim em uma das faixas.

Maria Rita canta Rumo ao Infinito, O que é o amor e Saco Cheio, sucessos de Coração a Batucar. Diogo canta sucessos de início da carreira da cantora, como Cara Valente. Juntos, cantam Não deixe o samba morrer.

 

 

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