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Fernanda Takai comenta trajetória com o Patu Fu e carreira solo

Cantora fala sobre seu processo criativo e experimentação

Segue o Som

No AR em 09/09/2017 - 14:00

A voz doce e o perfil multifacetado de Fernanda Takai são os assuntos deste episódio de Segue o Som. A cantora fala de como é se desdobrar entre a banda Pato Fu e sua carreira solo, a qual ela conduz desde 2007. 

Fernanda explica que, se alguma proposta não cabe na banda, ela tem a oportunidade de exercitá-la no seu trabalho autoral, o que garante mais chance de experimentação artística. 

Apresentador Mariano Marovatto e a cantora Fernanda Takai
Apresentador Mariano Marovatto e a cantora Fernanda Takai - Divulgação

A cantora fala sobre seu mais recente álbum solo, “Na medida do impossível”, lançado em 2014. Depois de outros três álbuns solo, “Onde brilhem”, “Luz negra” e “Fundamental”, o disco atual é, para ela, mais elaborado, pensado e marcado pelas parcerias com artistas como Benito di Paula, Zélia Duncan, Marina Lima e Pitty.

“Na medida do impossível tinha essa interrogação, eu não sabia se ia dar certo chamar tanta gente diferente pra fazer disco comigo, se o cronograma ia ser cumprido. A gente teve um patrocínio de lei de incentivo, mas acabou que o negócio foi acontecendo de um jeito tão legal, todos os meus parceiros foram rápidos. Acho que o que demorou mais foi a autorização do George Michael para gravarmos a música 'Pra curar essa dor'”. 

Sobre o Patu Fu, Fernanda comenta a trajetória dos últimos anos, marcada pelo lançamento do álbum “Música de Brinquedo”, de 2010, que ganhou um Grammy Latino e disco de ouro, e destaca a colaboração com a companhia de teatro infantil mineira Giramundo. Ela revela que, como mãe ficava entediada com a produção musical e teatral para o público infantil, sentindo falta de algo instigante que encantasse não só as crianças como também os pais. Na gravação do álbum e durante os shows, o Pato Fu usou instrumentos de brinquedo e vozes infantis, tocando músicas da MPB brasileira, sobretudo dos anos 1980, a maior influência musical do Patu Fu.

Fernanda comenta também sobre sua intensa e afetiva relação com o Japão, país no qual já foi quatro vezes a trabalho, primeiro timidamente, fazendo shows em templos e cafés, e depois ampliando o público com parcerias com artistas japoneses, como Maki Nomiya, da banda Pizzicato Five, da qual é fã. 

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