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Moreno Veloso é o convidado do Segue o Som

Moreno recorda sua trajetória profissional

Segue o Som

No AR em 14/10/2017 - 14:00

O Segue o Som recebe Moreno Veloso para uma instigante conversa sobre o prolífico e versátil trabalho do músico que há muito superou o peso de ser filho de Caetano Veloso. Moreno recorda sua trajetória profissional, que tem seu marco inicial em 2000 com o lançamento do álbum “Máquina de escrever música”, feito em parceria com Kassin e Domenico Lancelloti. Moreno relembra a origem do título da obra, uma lenda atribuída a Tom Jobim, e comenta a estranheza sonora desse disco, que acabou por ter mais aceitação no exterior do que no Brasil. 

Maurício Pacheco recebe Moreno Veloso
Maurício Pacheco recebe Moreno Veloso - Divulgação

Moreno fala também sobre sua atuação como produtor, destacando o cultuado álbum “Recanto”, tido como uma reinvenção sonora de Gal Costa em termos tanto de repertório quanto de arranjos e instrumentação, tendo a parceria com a cantora se repetido em seu disco seguinte, “Estratosférica”. Moreno comenta também os desafios da produção musical, trabalho instigante, mas que pode roubar muito tempo e dificultar o desenvolvimento do trabalho autoral. 

Sobre sua vertente instrumentista, Moreno conta que seu primeiro instrumento foi o violão, com o qual teve contato desde pequeno através de aulas particulares com o conhecido violinista Almir Chediak. Explica que seu instrumento favorito, porém, é o pandeiro, que conheceu a partir da influência de Carlinhos Brown. “Esse instrumento tem uma coisa muito boa de ser árabe, africano, brasileiro. Ele representa o samba e é um ícone do Brasil. Eu compus algumas músicas com o pandeiro, quando viajo levo só o pandeiro... fiquei apaixonado por esse instrumento.”

Maurício Pacheco em conversa descontraída com Moreno Veloso
Maurício Pacheco em conversa descontraída com Moreno Veloso - Divulgação

O músico fala de sua íntima relação com o Japão, país que recebeu abertamente a proposta musical de Moreno. Lembra que por um imprevisto, acabou tendo que fazer um show sem os companheiros da banda Moreno +2, marcando assim sua estreia solo, registrada no álbum lançado apenas no mercado japonês “Solo in Tokyo”. Comenta também seu mais novo álbum, “Coisa Boa” marcado por uma sonoridade serena que remete à paz da Bahia e às canções de ninar que Moreno canta para os filhos pequenos.

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