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Visceral Brasil apresenta o Maçambique de Osório

Série independente acompanha manifestação cultural afro-brasileira

O terceiro episódio inédito da nova temporada de Visceral Brasil - As Veias Abertas da Música valoriza o Maçambique de Osório, congada gaúcha que expressa a devoção da comunidade negra de tradição africana. O programa da TV Brasil vai ao ar à meia-noite desta sexta (23) para sábado (24) na telinha da emissora pública.

Representação da cerimônia de coroação da Rainha Ginga e do rei de Congo, o Maçambique chegou em Osório, no Rio Grande do Sul, com os escravos que vieram trabalhar nas plantações.

Na região, tornou-se um auto popular de natureza religiosa com o qual os negros prestam as suas homenagens aos santos de devoção católica negra. Liderados pela Rainha Ginga Francisca Dias, que assumiu o posto após o falecimento de sua mãe, o grupo simboliza a resistência de uma cultura numa região de maioria europeia.

Sobre a série

Série independente, Visceral Brasil - As Veias Abertas da Música é uma produção documental que traça um panorama sobre a cultura brasileira de raiz na visão de alguns de seus artistas mais originais que representam as tradições musicais dos quatro cantos do país.

Em 13 episódios de 26 minutos, a produção inédita registra a diversidade e a pluralidade da sonoridade da música nacional com os mestres e grupos que são referência e base de construção da MPB. A série destaca não só a obra como também a vida desses artistas.

No ar à meia-noite de sexta-feira para sábado (24), na telinha da TV Brasil, o conteúdo documental tem horário alternativo aos domingos, às 22h30, na emissora pública.

Visceral Brasil faz uma investigação ainda mais profunda nas raízes da música brasileira em sua nova temporada. A atração vai de norte a sul do país conhecer grandes personalidades que produzem conteúdo em diversos ritmos e estilos. Esses representantes são a essência da arte regional e ajudam a formar o mosaico da cultura musical brasileira.

A produção acompanha o trabalho de ícones como Lia de Itamaracá (Pernambuco), Zé Mulato e Cassiano (Distrito Federal), grupo Maçambique de Osório (Rio Grande do Sul), Galo Preto (Pernambuco), Jongo da Serrinha (Rio de Janeiro), Banda Cabaçal dos Irmãos Aniceto (Ceará), Biliu de Campina Grande (Paraíba), Mestre Damasceno (Pará), Mestre Alcides (Mato Grosso), Dona Dalva Damiana (Bahia), João do Pife (Pernambuco) e os Quentes da Madrugada (Pará).

A linguagem da série tem um formato de independência entre os episódios, ditado pelo perfil de cada personagem, revelando, além da musicalidade, o ambiente de formação de cada artista, seu histórico de vida, suas relações com o lugar e as pessoas que os cercam.

Visceral Brasil é um dos conteúdos audiovisuais independentes que foram selecionados pela chamada pública do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), através da segunda edição do Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Audiovisual (Prodav/TVs Públicas). Apoiadora das produções independentes, a TV Brasil é a emissora que mais exibe esse tipo de conteúdo nacional em sinal aberto.

Com direção, roteiro e produção da documentarista Marcia Paraiso, a série é uma realização da produtora Plural Filmes que já havia feito a primeira temporada de Visceral Brasil. A nova atração da emissora pública tem curadoria de Carla Joner e produção executiva de Ralf Tambke e Helio Levcovitz.

Serviço:
Visceral Brasil – sexta-feira, dia 23/8, para sábado, dia 24/8, à meia-noite na TV Brasil
Visceral Brasil – domingo, dia 25/8, às 22h30, na TV Brasil

Da Gerência de Comunicação Institucional
Empresa Brasil de Comunicação - EBC
Contato: (21) 2117-6471 / (21) 2117-6239

Criado em 21/08/2019 - 18:45 e atualizado em 21/08/2019 - 18:45

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