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BC nega que ex-diretor recomendou compra de carteiras fraudadas

Repórter Brasil Tarde

No AR em 23/01/2026 - 12:45

O Banco Central negou que um ex-diretor tenha feito pressões ou recomendado ao BRB a compra de carteiras de crédito fraudadas do Banco Master. A operação custou R$ 12 bilhões ao governo do Distrito Federal. A informação sobre a suposta recomendação, que motivou a reação do Banco Central, foi publicada pelo jornal O Globo. Em nota, a instituição afirmou que o diretor Ailton de Aquino jamais recomendou a aquisição de carteiras fraudadas.

O Banco Central esclareceu que, sob a gestão de Aquino, a área de supervisão foi responsável por identificar inconsistências nas operações e, de imediato, promover investigações que demonstraram a insubsistência dos ativos que compunham as carteiras. Acrescentou ainda que partiu dessa mesma área a iniciativa de comunicar os ilícitos criminais ao Ministério Público Federal, com o objetivo de prevenir novas operações com impacto sobre a liquidez do BRB. Segundo a nota, também foi de Ailton de Aquino a iniciativa de submeter à diretoria do Banco Central a proposta de liquidação extrajudicial das instituições do conglomerado Master.

O BC afirmou ainda que tem a obrigação legal de acompanhar permanentemente as condições de liquidez, inclusive aquisições de ativos entre instituições financeiras, com o objetivo de assegurar a estabilidade do sistema financeiro nacional. A instituição destacou que também busca soluções para eventuais problemas de liquidez identificados em instituições financeiras e ressaltou que cabe a cada uma delas a responsabilidade exclusiva pela análise da qualidade dos créditos adquiridos no mercado.
 

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Criado em 23/01/2026 - 14:10

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