A Corregedoria Nacional de Justiça pediu informações ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) sobre a conduta do desembargador Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan. Ele esteve no apartamento do PM Geraldo Neto, a pedido do policial, momentos depois que ele baleou a esposa, a também PM Gisele Santana, em fevereiro.
O desembargador seria amigo de Geraldo Neto e foi ao local após um telefonema feito pelo policial. Geraldo alegou que a mulher havia tirado a própria vida, mas as investigações apontam que ele teria matado a esposa e adulterado a cena do crime. Ele foi preso há uma semana. A justiça o tornou réu por feminicídio.
Sobre a conduta do desembargador Marco Antônio Pinheiro Cogan, o Tribunal de Justiça de São Paulo afirmou que “não se posiciona sobre questões que tramitam ou que possam vir a tramitar em outros órgãos, no caso o CNJ”.
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