Um levantamento do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome mostrou que o número de famílias em risco de insegurança alimentar seria o dobro sem o Bolsa Família. Sem o benefício, o número de famílias do Cadastro Único em risco de insegurança grave teria passado de 2,3 milhões para 4,7 milhões, considerando dados de janeiro de 2025. A informação faz parte do Indicador de Risco de Insegurança Alimentar Grave Municipal, desenvolvido pela Secretaria Extraordinária de Combate à Pobreza e à Fome.
A insegurança alimentar ocorre quando pessoas não têm acesso regular e seguro a alimentos de qualidade e em quantidade suficiente.
Em 2022, a fome atingia cerca de 15% dos domicílios do país. Com a implementação de políticas públicas, o percentual caiu para 4,1% no fim de 2023 e chegou a 3,2% em 2024.
Os dados também indicam impacto direto das políticas públicas na vida das famílias. Em um período de seis meses, famílias que passam a receber o Bolsa Família apresentam 16% mais chances de sair da situação de insegurança alimentar em comparação com aquelas que não recebem o benefício.
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