Diversas instituições responsáveis pelo combate ao crime organizado se reuniram nessa quarta-feira (15), no Rio de Janeiro, para pensar soluções conjuntas para a infiltração do crime organizado na economia, especialmente no setor de combustíveis. O Escritório Nacional Antifacção tem a participação de diversos órgãos como Ministério Público, polícias, secretarias de governos e representantes da sociedade civil.
Mais de mil postos de combustíveis do estado do Rio de Janeiro podem estar envolvidos com algum tipo de atividade ilícita, segundo o Ministério da Justiça. Entre as acusações, possíveis ligações com crime organizado, lavagem de dinheiro, situações de evasão fiscal e crimes contra as relações de consumo, entre eles a chamada bomba baixa, que acontece quando os postos adulteram os medidores eletrônicos da bomba, entregando menos combustível que o volume registrado.
Com a grande quantidade de postos em atividades suspeitas, a ideia é trabalhar com inteligência para evitar a possibilidade de desabastecimento de combustíveis. Uma das propostas é tornar obrigatório o uso de bombas criptografadas.
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