O desemprego caiu em 13 das 27 unidades da federação e fechou o segundo trimestre do ano em 5,4%. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O estado que teve o maior recuo da taxa de desocupação foi o Rio Grande do Norte. Na sequência estão Paraíba e Acre. As maiores taxas de desocupação do país estão no Amapá, seguido por Bahia e Pernambuco.
No recorte por sexo, a desocupação é maior entre as mulheres (4,6% homens x 6,4% mulheres). No viés de cor ou raça, a taxa de desocupação para pessoas brancas está abaixo da média (4,2% brancos). Entre negros, a desocupação está acima de média: 6,9% para pretos e 6,1% para pardos. Na diferenciação por grau de instrução formal, a taxa de desocupação é maior entre as pessoas com menor escolaridade.
As pessoas que estão sem trabalhar e já desistiram de procurar emprego são classificadas pelo IBGE no grupo do desalento. O maior percentual de desalentados do país está no Maranhão, seguido pelo estado de Alagoas e Piauí. As menores taxas de desalento do país foram encontradas em Santa Catarina, no Espírito Santo e em Rondônia.
Santa Catarina e São Paulo tiveram a maior parcela de pessoas trabalhando com carteira assinada. A informalidade por sua vez, foi maior nos estados do Maranhão, Pará e Amazonas.
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