No Rio de Janeiro, após agulhas em testes de glicose serem compartilhadas num colégio particular na Zona Sudoeste, uma equipe de saúde visitou a unidade estudantil. Cerca de 20 pessoas chegaram a procurar hospitais para tratamento preventivo. A Polícia Civil apura o caso.
A Polícia Civil esteve nesta segunda-feira (14) no Colégio-Curso Tamandaré e recolheu imagens do circuito interno de segurança e também intimou os responsáveis pela escola. O caso foi registrado na delegacia do Recreio, bairro onde fica a unidade. No sábado (12), durante uma feira de ciências, em um estande sobre diabetes uma aluna levou um aparelho para medir glicose no sangue e utilizou esse aparelho, que tem uma pequena agulha na ponta.
Em vários alunos, cada agulha foi compartilhada por pelo menos três alunos. Cerca de 20 pessoas fizeram esse teste com essas agulhas compartilhadas. Segundo a escola, esse uso desse aparelho medidor de glicose não havia sido autorizado e assim que ele foi percebido, ele foi imediatamente interrompido.
Até o momento, 20 alunos passaram por esse protocolo para quem compartilha agulhas, que envolve o uso de medicamentos para prevenir a infeção por HIV, hepatites virais e outras infecções. Uma equipe de profissionais de saúde está na escola orientando e tirando dúvidas de pais e alunos.
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