O Supremo Tribunal Federal (STF) homologou, nesta quarta-feira (6), um acordo de R$ 170 bilhões para ações de reparação e compensação pelos danos causados pelo rompimento da barragem do Fundão, em Mariana, Minas Gerais, ocorrido em 2015. Na época do acidente, a barragem era administrada pela Samarco, empresa controlada pelas mineradoras Vale, brasileira, e BHP Billiton, anglo-australiana, cuja responsabilização está sendo julgada em Londres.
Essa tragédia ambiental prejudicou moradores, a flora e a fauna do local, como os peixes, inclusive o surubim, que é o maior predador da Bacia do Rio Doce. Mas por lá, nove anos depois, um projeto em Belo Horizonte tenta criar a espécie em cativeiro e assim repovoar o rio.
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