O Fundo Garantidor de Créditos, entidade privada que atua como um seguro para depositantes e investidores no Brasil, já pagou, até hoje, 90% dos clientes e credores do Banco Master.
A instituição foi liquidada pelo Banco Central em novembro do ano passado, por causa da incapacidade de honrar os compromissos financeiros.
Até agora, 628 mil credores já receberam de volta os valores investidos no Master, totalizando R$ 36 bilhões.
Agora, o Fundo Garantidor deve focar nos casos especiais que compõem os 10% restantes. São pessoas jurídicas, menores de idade e situações de espólio, que exigem documentação diferenciada e um prazo mais alongado para o ressarcimento.
Somente do Banco Master, serão R$ 41 bilhões em devoluções totais. Há ainda outros R$ 6,3 bilhões referentes ao Banco Will.
Nesse caso, os investidores precisam aguardar mais um pouco. Não há prazo fixado para o início desses pagamentos, porque o Fundo precisa, primeiro, receber a lista com as informações de quem tem direito à devolução.
O limite de ressarcimento é de R$ 250 mil por CPF, e não por instituição.
O próprio FGC alerta para tentativas de golpe e informa que não há cobrança de taxas para a devolução dos valores. As comunicações ocorrem exclusivamente pelo aplicativo do Fundo.
Mensagens por WhatsApp ou ligações telefônicas são suspeitas e não devem ser respondidas, assim como contatos de supostos intermediários.
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