Após um mês de duração, a guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã segue sem sinal de um cessar-fogo, aumentando a tensão no Oriente Médio.
O mais recente conflito na região começou no fim de fevereiro, após ataques conjuntos dos dois países aliados contra alvos iranianos, incluindo lideranças do regime. Desde então, o Irã tem reagido com mísseis e drones contra Israel e bases americanas em outros países do Oriente Médio.
Nas últimas semanas, a guerra deixou milhares de mortos, destruição de infraestrutura e uma crise humanitária crescente dentro do Irã – além de espalhar pela região, com a entrada de aliados aos iranianos, como Hezbollah, no Líbano, e os Houthis, no Iêmen.
Apesar de propostas de paz estarem em curso, o Irã continua com ataques na região e controla pontos estratégicos, como o Estreito de Ormuz, essencial para o transporte global de petróleo.
Protestos históricos contra Trump
Milhões de pessoas participam, neste sábado (28), de protestos em todos os Estados Unidos contra o presidente Donald Trump, no movimento chamado No Kings, contra reis e suas guerras.
Segundo organizadores, foram mais de 3 mil atos espalhados pelo país, com a expectativa de ser a maior mobilização de um único dia na história americana.
Os manifestantes criticam a política migratória, a guerra envolvendo o Irã e o aumento do custo de vida.
A Casa Branca minimizou as manifestações.
Os protestos contra a política de Donald Trump também ocorreram em Madri, na Espanha; em Roma, na Itália; e em Atenas, na Grécia.
Ex-primeiro-ministro preso no Nepal
No Nepal, o ex-primeiro-ministro KP Sharma Oli foi detido neste sábado (28), suspeito de negligência por não impedir a morte de 76 pessoas durante protestos anticorrupção no ano passado.
A investigação encontrou falhas na condução da crise que resultou na renúncia do líder.
Enquanto isso, o país vive uma transição política com a voz do novo primeiro-ministro, Balendra Shah.
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