Israel anunciou que vai ocupar parte do sul do Líbano e demolir casas na região de fronteira. A medida, segundo o governo, é para criar uma zona de segurança contra ataques do grupo Hezbollah. O plano prevê controle militar até o Rio Litani e a destruição de vilarejos inteiros na área.
Mais de um milhão de pessoas já foram deslocadas pelo conflito, e muitas vivem em abrigos ou em condições precárias. A decisão levanta alertas na comunidade internacional e pode gerar acusações de violação do direito humanitário.
Pena de morte em Israel
No Parlamento israelense, uma nova lei aprovada prevê pena de morte para palestinos condenados por ataques letais. A medida foi defendida por integrantes da ala mais dura do governo e passa a valer em tribunais militares. A proposta transforma a pena capital em padrão para casos classificados como terrorismo.
Organizações de direitos humanos criticaram a decisão e anunciaram recursos à Suprema Corte. A Autoridade Palestina afirmou que a lei tenta legitimar execuções e agrava a tensão na região.
Espaço aéreo europeu
Em meio à escalada do conflito, países europeus começam a reagir. A Itália negou o uso de uma base militar por aviões dos Estados Unidos que seguiriam para o Oriente Médio. Segundo o governo italiano, o pedido não teve autorização prévia, como exigem os acordos internacionais.
França e Espanha também impuseram restrições ao espaço aéreo para operações militares. As decisões expõem divergências entre aliados ocidentais sobre o envolvimento na guerra.
Guerra na Ucrânia se intensifica
E enquanto o foco global se volta para o Irã, a guerra na Ucrânia volta a se intensificar. Dados internacionais apontam recorde de ataques nas últimas semanas, com mais de 2 mil episódios em curtos períodos.
Rússia e Ucrânia tentam ganhar vantagem em meio à redução da atenção internacional. Há indícios de novas ofensivas e aumento do uso de drones nos dois lados. O cenário mostra como os conflitos estão interligados e aumentam a instabilidade global.
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