Nem todos os clubes que dominam o futebol brasileiro viraram Sociedade Anônima do Futebol, a SAF. Mas alguns adotaram práticas de gestão parecidas com as de uma empresa.
No terceiro episódio da série sobre a SAFs, O Repórter Brasil vai mostrar como o Flamengo e o Palmeiras, mesmo sem se tornarem SAF, mudaram a forma de administrar o futebol e passaram a colecionar títulos no Brasil e na América do Sul.
Essa nossa história começa lá em 2016. Daquele ano até 2025, totalizando dez temporadas, dois dos maiores clubes do futebol nacional fizeram algo que pouquíssimas vezes ocorreu: dominaram, juntos, os cenários brasileiro e sul-americano.
Sem contar os estaduais, o Palmeiras levantou duas Libertadores, uma Recopa Sul-Americana, quatro Brasileiros, uma Copa do Brasil e uma Supercopa do Brasil, totalizando nove títulos. O Flamengo fez ainda mais, somou três Libertadores, uma Recopa, três Brasileiros, duas Copas do Brasil e três Supercopas do Brasil. Deixando de lado os estaduais, foram 12 taças. Histórico que trouxe para os flamenguistas e para os palmeirenses muitas comemorações, muitos gols e muitas vitórias. Só que nem sempre foi assim. O Flamengo e o Palmeiras fizeram a lição de casa, cada um deles ao seu modo.
Esses anos de conquistas e faturamento alto deixaram a dupla Flamengo e Palmeiras também no topo de outra lista: a das maiores contratações da história do futebol brasileiro. Entre as dez maiores, quatro são flamenguistas e três, palmeirenses. Entre as 20, o placar está em nove a três para o Flamengo.
Flamengo e Palmeiras, cada um do seu jeito, mostraram que têm muita força para vencer. Com ou sem SAF, meu um futuro próximo, devem seguir na ponta dos principais campeonatos.
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