Para quem está com passagem de avião marcada, é preciso ficar atento, porque a Anac acabou de atualizar as regras de transporte dos power banks, aqueles carregadores portáteis, em voos. O objetivo é evitar acidentes e aumentar a segurança das viagens.
Em um mundo cada vez mais eletrônico, os carregadores portáteis se tornaram quase obrigatórios para quem não pode ficar sem bateria. Mas eles oferecem riscos. Neste voo na China, em 2025, os passageiros levaram um susto quando um power bank pegou fogo. Depois de casos assim, vários países criaram regras para o transporte desses equipamentos.
A psicanalista Carla Brandão já teve que descartar o power bank antes de embarcar num voo na Suíça, em julho do ano passado. E uma das razões de acidentes pode ser a forma como os passageiros guardam esses carregadores.
E justamente por conta do risco de acidentes, a Anac, Agência Nacional de Aviação Civil, aumentou as normas de segurança para o transporte desses equipamentos nos aviões no Brasil. A partir de agora, os passageiros só podem transportar até dois carregadores portáteis, sempre como bagagem de mão. Esses equipamentos não podem ser despachados. Power banks de até 100 Wh (watts-hora) estão liberados. Entre 100 Wh e 160 Wh, precisarão de autorização prévia da companhia aérea. Acima disso, estão proibidos e deverão ser descartados antes do embarque. A Anac recomenda que eles não sejam utilizados para carregar equipamentos durante o voo. Além disso, as novas regras proíbem ligar os carregadores nas tomadas do avião para que sejam recarregados.
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