Sete em cada dez refugiados empreendedores no Brasil são mulheres. O dado é de um estudo feito pelo Acnur, a agência da ONU para refugiados, que traçou um perfil dessa população.
Bat Seba Urbina chegou ao Brasil em 2018. A venezuelana trouxe toda a família e logo começou a empreender. Começou com uma empresa de impressões personalizadas e, hoje, já tem outros três empreendimentos: de vendas de perfume a um pequeno salão de beleza.
Uma pesquisa da agência da ONU para refugiados, Acnur, ouviu 89 empreendedores refugiados para traçar o perfil dessas pessoas que chegam ao Brasil.
Mais de 70% dessas empreendedoras são mulheres, com idade de 40 anos. Ao todo, 82% delas vieram de países da América Latina, e 22% destes negócios estão na cidade de São Paulo.
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