A cidade do Rio de Janeiro recebe, esta semana, a primeira edição da Rio Nature and Climate Week, um evento internacional dedicado a debates sobre mudanças climáticas e preservação ambiental.
Seis meses depois da COP30, a Rio Nature and Climate Week reúne governos, setor privado, sistema financeiro e sociedade civil para discutir ações de interesse ambiental, como transição energética, proteção da natureza, sistemas alimentares sustentáveis, resiliência climática, desenvolvimento humano e inclusão social.
Na abertura do evento, o embaixador e presidente da COP30, André Corrêa do Lago, destacou a importância de transformar os compromissos assumidos em ações concretas.
Foram mais de 30 anos de conhecimento acumulado em conferências do clima desde a Rio-92. Neste ano, em que a presidência da COP passa para a Turquia, em novembro, a palavra de ordem é implementação. Ao longo da semana, ações para conter os efeitos das mudanças climáticas e reduzir as emissões de carbono devem estar no centro dos debates.
As soluções discutidas buscam acelerar a implementação do Acordo de Paris, tratado internacional firmado em 2015 com o objetivo de limitar o aquecimento global. A diretora-geral da COP30, Ana Toni, destacou o legado da conferência realizada em Belém e os projetos que o Brasil pretende levar adiante na agenda de implementação.
Para Ana Toni, os temas relacionados a florestas e natureza continuam no centro das discussões da COP31, além de outras pautas priorizadas pela Turquia e pela Austrália, que organizam o próximo encontro.
Pensar globalmente e agir localmente. É com essa proposta que governos, empresas, organizações e especialistas discutem soluções para financiamento climático, transição energética, biodiversidade, sistemas alimentares, combate ao desmatamento e adaptação às mudanças do clima.
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