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Comerciantes ficam com produtos encalhados após eliminação do Brasil

Repórter Brasil

No AR em 11/07/2026 - 19:00

A eliminação precoce do Brasil na Copa do Mundo tem atrapalhado o comércio. Os vendedores buscam estratégias para queimar os estoques.

Durante a Copa, o verde e amarelo tomou conta das vitrines: camisas, bandeiras, bijuterias e outros adereços de torcida. A proprietária desta loja apostou alto e investiu cerca de R$ 50 mil. Só de uma camisa de tricô, vendia entre 150 e 200 peças por semana.

Com a eliminação no Brasil, as vendas desaceleraram. Agora parte dos produtos continua no estoque. Para minimizar os prejuízos, uma loja do Recife aposta em descontos e na divulgação das tendências de moda nas redes sociais, segundo a gerente Izabela Rocha.

“Nós estamos informando que o ‘Brasil Core’ é uma tendência para 2026, então você pode estar vestindo as peças tanto na praia, quanto para ir a um shopping, fazer um ensaio fotográfico, porque muita gente marcou o seu aniversário com o tema do Brasil devido à Copa do Mundo. E não vamos deixar de ser brasileiros por conta que não foi dessa vez, né? 2030 tá aí e, se Deus quiser, vai dar tudo certo”.

Quem passava aqui pelo bairro de São José na semana passada via em todas as lojas o verde e amarelo. Agora o cenário é outro.  E o desafio dos comerciantes é transformar estoque em dinheiro.  E cada um utiliza uma estratégia diferente.

A aposta de Antônio Dias é na força da camisa da seleção e nos eventos do pós-copa:

“Vem agora 7 de setembro. Aí vem eleição, as carreatas em Boa Viagem, a gente leva umas peças e vende. E tem a Copa 2027, que é das mulheres”.

Já o Gugu Surf escolheu outro caminho: apostou nos descontos. “Infelizmente, tem que fazer isso para não ficar com prejuízo total. Baixar o preço, esperar as eleições, que a turma gosta de camisa do Brasil, também”, afirmou.

 

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Criado em 11/07/2026 - 20:20

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