Amanhã (9) é o Dia dos Pais, data em que a figura paterna é celebrada. A PrefTV, parceira de rede, preparou uma reportagem especial sobre a data.
Ter um pai que inspira não só na vida, mas nos negócios. É assim para Yale e Argus. Os dois são filhos de Carlos Alberto, empresário e dono de uma empresa metalúrgica. Ele deixou os filhos muito livres para escolherem a profissão e, embora os dois tenham tomado rumos diferentes, decidiram por vontade própria seguir os passos do pai.
Carlos Alberto (empresário): "Minha filha, Yale, seguiu no caminho do Direito. Eu disse: 'Fique à vontade'. Argus, que era mais novo e começou a trabalhar mais cedo comigo, iniciou a faculdade de Engenharia de Produção, mas depois disse: 'Não, eu me identifico mais com a Arquitetura'. Hoje ele está terminando Arquitetura. E Yale é advogada, mas, quando terminou o curso, ela disse: 'Pai, eu vou ficar com o senhor'."
Os dois seguiram o caminho do pai e têm orgulho disso.
Yale Lima (empresária): "O que me fez escolher ir para lá foi realmente dar continuidade ao legado que ele construiu e à história que ele ergueu, com muita garra e dedicação."
Argus Natan (empresário): "Tomei a decisão de continuar com ele. Hoje, eu estou à frente da parte comercial da empresa. E eu comecei a gostar disso, porque fui assimilando os ensinamentos dele, aplicando, entendendo como é que funcionava tudo e aprendendo, tanto no trabalho quanto para a vida."
Realmente é um grande privilégio ter um pai que orienta, conduz e traz para a vida do filho a direção necessária; um sentimento que ultrapassa barreiras e gerações.
Assim também funciona nos negócios: construir um patrimônio e vê-lo sendo cuidado pelos filhos. Seu Djalma tem uma história que carrega a coragem de um homem que era um protótipo e, a partir de uma oportunidade vinda de seu pai, conseguiu dar continuidade e chegar até aqui. Empresário de uma rede de supermercados, ele decidiu, ainda jovem, apostar na coragem de ser um comerciante. Esse é um motivo de grande orgulho para o filho, Djalma Júnior, que cresceu dentro da mercearia do pai e, como filho mais velho, viu todo o sonho se tornar realidade.
Djalma Júnior (empresário): "Para mim, isso foi importantíssimo. Não era um esforço, era uma diversão. Então, não me lembro direito, mas talvez com 8 ou 10 anos de idade eu já estivesse trabalhando, inicialmente na padaria e, depois, no supermercado. Aquilo era para mim um prazer e foi um aprendizado gigante."
Histórias que inspiram e que fizeram a diferença no principal patrimônio desses pais: a construção da educação, o desenvolvimento e o futuro de seus próprios filhos.
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