Uma pesquisa que, em vez de veneno, propõe o uso de óleos essenciais de plantas nativas no controle de pragas e doenças das lavouras. A pesquisa, desenvolvida no Instituto Federal do Maranhão, busca uma alternativa mais sustentável para a agricultura.
Folhas contaminadas, fungos que atacam lavouras, pragas que causam prejuízos à agricultura. Os inseticidas comumente aplicados podem causar problemas ambientais de contaminação, tanto da água quanto do solo e, além disso, podem também selecionar populações resistentes de insetos ou ácaros.
O uso de produtos naturais, especialmente os óleos essenciais, é uma alternativa de controle. No interior do Maranhão, plantas comuns vêm se transformando em matéria-prima para pesquisas que podem reduzir os impactos ambientais e ajudar produtores rurais. Inclusive, os pesquisadores fizeram a temporização e climatização, para que as plantas possam ser produzidas o ano inteiro e não apenas na época de chuva.
A pesquisa utiliza compostos naturais de espécies como capim-limão, erva-cidreira, alfavaca e urucum. Os testes avaliam a ação antifúngica e repelente dos óleos sobre fungos e ácaros que atingem culturas como soja, milho, feijão e hortaliças.
A reportagem é da Infma, emissora da Rede Nacional de Comunicação Pública.
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