No Rio Grande do Sul, 114 cidades registraram danos por causa dos temporais intensificados pela passagem do ciclone extratropical. A força dos ventos destelhou casas, derrubou árvores e estruturas. Uma pessoa morreu e mais de 1.800 estão desabrigadas.
As rajadas de vento passaram dos 100 km/h. Pelotas, no Sul do estado, foi uma das primeiras cidades a registrar estragos. Com a força dos ventos, parte do muro do presídio caiu durante a noite.
A Região Metropolitana de Porto Alegre também sofreu os impactos do temporal. Em Montenegro, um motociclista morreu atingido por uma árvore que caiu na pista durante o temporal.
Cerca de 90 km distante dali, no Vale do Paranhana, as ruas de Igrejinha amanheceram cobertas pela água. E quando ela baixou, revelou os estragos acumulados em uma hora de chuva. Nem a estrutura do posto de gasolina suportou a força dos ventos. E no restaurante, telhado e vidraças foram ao chão.
Na Universidade Federal do Rio Grande (UFRS), as aulas foram suspensas depois que o vendaval arrancou parte da cobertura de um dos pavilhões.
Com o temporal, muitas cidades ficaram no escuro. Mais de 160 mil consumidores foram afetados em todo o estado. Porto Alegre foi a cidade mais impactada. Com ventos que superaram os 120 km/h, a capital registrou 21 consumidores sem energia elétrica.
Segundo a Defesa Civil, a chuva mais intensa já se afastou do estado, mas os ventos ainda podem me soprar com força, principalmente no litoral.
Impactos dos temporais
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