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Uma entrevista com Zezé Motta

E a combinação entre audiovisual e teatro

Revista do Cinema Brasileiro

No AR em 18/05/2013 - 22:30

Maria Luisa com a atriz Zezé MottaAs novas tecnologias instigam a criatividade de cineastas e artistas em geral, produzindo diálogos interessantes. Da videoarte ao webdocumentário, de séries para celular que ganham versões para televisão ou peças de teatro que viram filme, os limites entre as artes são quebrados e questionados. O Revista do Cinema Brasileiro investiga essas formas híbridas de expressão.

O programa começa com Pedro Asberg, diretor do documentário Mentiras Sinceras, que surgiu a partir de uma peça de teatro. O filme acompanha a montagem de Mente Mentira, de Sam Shepard, com direção de Paulo de Morase, e traduz questões teatrais para a linguagem do cinema. Pedro explica o porquê do título, conta que não queria fazer teatro filmado e conta o que fez para fugir disso.

Outra que buscou diluir as fronteiras entre teatro e cinema foi Christiane Jatahy, na peça Júlia. Adaptação do texto Senhorita Julia, de August Strindberg, a montagem trabalha uma linguagem híbrida, onde os espaços cênicos se misturam e a narrativa ora está no palco, ora na tela. Christiane recebeu o Prêmio Shell de melhor direção pelo seu trabalho em Julia e o novo desafio da diretora é transformar a peça em filme. Ela relata de onde surgiu a vontade de fazer um projeto tão ousado e como foi a preparação dos atores.

Ainda neste programa, uma matéria sobre o filme Onde Borges Tudo Vê, longa-metragem dirigido por Taciano Valério, que mostra a cidade de Campina Grande de um ponto de vista diferente. Inspirado pela obra de Jorge Luis Borges, o diretor adaptou o conto homônimo do argentino à realidade de Campina Grande e re-significou a cidade. Taciano conta como fez para misturar o erudito de Borges ao popular paraiabno. O longa ganhou o prêmio de melhor filme no II Festival Lume de Cinema, em São Luis, no Maranhão.

No estúdio, Maria Luisa Mendonça recebe Zezé Motta. Uma das atrizes mais importantes do país, Zezé acaba de participar do filme Gonzaga, de Pai pra Filho, dirigido por Breno Silveira. E mais: foi a grande homenageada no Festival Internacional do Cinema Feminino, o Femina 2012, que aconteceu no Rio de Janeiro. Zezé conversa sobre o papel transformador do ator em uma sociedade.

 





Criado em 16/07/2012 - 16:30 e atualizado em 16/05/2013 - 17:45

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