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Fundação Iberê Camargo

Espaço debate a produção da arte contemporânea

Conhecendo Museus

No AR em 13/06/2015 - 18:37

Vista da Fundação Iberê Camargo a partir do Guaíba
O programa Conhecendo Museus desta semana resgata a obra do renomado artista Iberê Camargo que construiu ao longo de sua carreira uma imagem sólida de trabalho e profissionalismo. O resultado de todo esse esforço e olhar para a arte estão preservados em uma fundação que leva o seu nome. Neste espaço, o objetivo é o de incentivar a reflexão sobre a produção contemporânea, promover o estudo e a circulação da obra do artista e estimular a interação do público com a arte, a cultura e a educação, a partir de programas interdisciplinares.

Criada em 1995, um ano após a morte do artista, a Fundação Iberê Camargo realiza exposições, seminários, encontros com artistas e curadores, cursos e oficinas sobre a obra de Iberê e sobre questões ligadas à arte contemporânea, a fim de promover uma reflexão sistemática sobre o fazer artístico. A sede da instituição em Porto Alegre foi inaugurada oficialmente em 2008. O projeto do espaço é assinado por Álvaro Siza, um dos arquitetos contemporâneos mais importantes do mundo.

Acervo reúne itens da coleção do próprio artista

Autorretrato - 1984Iberê Camargo produziu mais de sete mil obras ao longo de sua vida, entre pinturas, desenhos, guaches e gravuras. Somando-se a esta ampla produção artística, estão diversos documentos que complementam suas obras e registram sua trajetória, já que o artista e sua esposa, Maria Coussirat Camargo, tiveram como preocupação constante a preservação da documentação e de sua produção.

Toda a coleção compõe o Acervo Artístico e o Acervo Documental da instituição. São 216 pinturas que abrangem o período de 1941 a 1994; mais de 1500 exemplares de gravuras em metal, litografias, xilogravuras e serigrafias; e mais de 3200 obras em desenhos e guaches. Entre suas obras, destaque para um autorretrato pintado a óleo sobre madeira.

Livre das regras do academicismo, Iberê sempre buscou o rigor técnico, mantendo-se fiel às suas memórias (o “pátio da infância”), e ao que considerava ético e justo. Sua pintura expressa este não alinhamento com os movimentos e as escolas. Dentre as diferentes facetas de sua vasta produção em desenho, gravura e pintura, o artista desenvolveu as conhecidas séries Carretéis, Ciclistas e As Idiotas, que marcaram sua trajetória.




Criado em 03/06/2015 - 13:47 e atualizado em 03/06/2015 - 20:26

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