Confesso que não sou fã de Fórmula 1, mas nesse domingo a corrida em Interlagos me chamou a atenção. Desde a morte do nosso grande Ayrton Senna a Fórmula 1 ficou meio sem graça. Não havia competidor à altura de Michael Shumacher. Se pudéssemos mudar o destino e Senna ainda estivesse vivo, talvez a história do automobilismo tivesse sido outra. A verdade é que Schumacher não tinha adversários. Rubinho nunca conseguiu substituir Senna. Se ele tivesse um pouco mais de ousadia, poderia ter sido diferente. Não dá para esquecer aquela corrida: Rubinho em primeiro, Schumacher em segundo, muito próximo de receber a bandeirada, e Rubinho deixa o alemão passar. Faltou a ele se impor dentro da equipe. Coisa que Senna fez (na época o adversário dele era ninguém menos que Alain Prost). Nelson Piquet também jamais deixou que o prejudicassem. E Nigel Mansell era o companheiro de equipe dele.
Agora surge Felipe Massa, um talentoso piloto disposto a colocar o Brasil novamente entre os melhores do mundo. Chega de fazer figuração. Com a aposentadoria de Schumacher, Fernando Alonso, bicampeão mundial, ainda reina isolado. Daqui a pouco, Felipe Massa também vai entrar nessa briga. Foi tão bom ver o piloto no lugar mais alto do p ódi o, estourando a champan h e, vestido em um macacão com as cores do nosso país e, ao fundo, a música que demoramos 13 anos para escutar novamente em Interlagos: o hino Nacional Brasileiro.
Depois de ver a escalação do Flamengo para o jogo contra o Paraná fiquei muito apreensiva. O rubro negro jogou com apenas dois titulares: Bruno e Léo Medeiros. Jogar no Paraná sempre foi complicado para o Flamengo. Só que o técnico Ney Franco armou bem o time, e jogou aproveitando os erros da equipe adversária. O Flamengo venceu por 2 a 0 e ainda ajudou o Vasco. Agora resta esperar o clássico na quinta-feira e ver quem vai vencer. Os dois times estão embalados.
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