Em alguns países é permitido acelerar a morte de uma pessoa que está com uma doença incurável ou com dores insuportáveis, físicas ou emocionais. São duas as formas: o suicídio assistido e a eutanásia, quando o paciente está inconsciente e não pode tomar a decisão. Ambas as formas são proibidas no Brasil.
Durante visita ao programa Estação Plural, o cantor Filipe Catto reflete sobre as questões que tornam este tema tão delicado, mas ao mesmo tempo defende que o assunto deva ser debatido.
“O que vai ser feito do suicídio assistido ou da eutanásia não tem que passar por nenhum valor que não seja humanitário, de consciência, familiar, e absolutamente pessoal para cada caso. Mas para que isso aconteça, a gente precisa ter alguma legislação.”
Continue acompanhando o papo com Filipe Catto no Estação Plural. Dia 2 de janeiro, às 22 horas, pela TV Brasil. Ouça o programa também pelas rádios MEC e Nacional.
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